OBRIGADA PELA VISITA!!!!!!

Sei que vc não sabia q eu tinha este blog, resolvi fazer isso para escrever um pouco sobre minhas impressões e experiências. Enquanto estou dando aulas conto muitas histórias... talvez seja para fazer o tempo não fluir tão rápido e assim abraçar o que de melhor aconteceu, reviver, lembrar e sentir novamente a emoção daquele momento.



A arte de contar histórias deve estar no sangue que recebi de minha mãe e de meu pai, ambos me ensinaram a contar histórias e aqui estou eu, escrevendo-as.



Já tenho dois filhos, já plantei várias árvores e agora cumpro com a terceira premissa para me sagrar humana: escrever um livro.



Vou ficar muito feliz se vc deixar uma frase q exprima o que temos em comum, o que nosso encontro o despertou ou ainda sua impressão sobre o que já leu aqui. Seu coração deve falar mais alto...vou aguardar ansiosa.











domingo, 9 de agosto de 2015

BARILOCHE ou BRASILOCHE... (jul 2015)

Ver, brincar, conhecer, se extasiar com a NEVE??????? Recomendo BARILOCHE ou BRASILOCHE, como queiram, argentinos ou brasileiros... A Cidade de San Carlo de Bariloche, situada no Estado de Rio Negro, Argentina, oferece lazer e estrutura para turistas, em tempos de neve (junho a setembro) e nos demais meses do ano. Em época de temporada de inverno, as passagens aéreas são mais caras, mais concorridas, assim como os alojamentos. Sempre programo meus passeios com uns meses de antecedência, este foi planejado em março para ser realizado em julho de 2015. Fica a 2h30m de voo de Buenos Aires, onde também podemos fazer passeios incríveis. Limita-se com o Chile e com uma região de lagos, de onde podemos avançar em outros roteiros tão extasiantes. Esta foi minha terceira viagem a Bariloche, mas parecia a primeira, ou seja, sempre ela vai te surpreender. Fizemos uma pesquisa e os Hotéis da região estavam todos superlotados, era período de alta temporada, então acionamos o www.airbnb.com , um site que oferece quartos ou apartamentos para locação. Falamos com a Ana, através de um imóvel simpático q visualizamos nesse site. Ela nos atendeu no local, mostrou-nos tudo e nos deu boas dicas dos arredores. Ficamos muito bem instalados, fazíamos nossas refeições no apartamento, depois de descobrirmos deliciosas medias-lunas numa padaria próxima. O apartamento da Ana fica a 5 quadras do Centro Cívico e do comércio mais fervente, pelas Calle Mitre, Calle Moreno e arredores. Ali encontramos casas de câmbio, artesanatos, aluguel de roupas, restaurantes, confeitarias, chocolates, etc, com bons preços. Ficaríamos lá por 6 noites, sete dias. De lá voltaríamos por Buenos Aires e então passaríamos algumas horas, dormiríamos e no dia seguinte seguiríamos a Curitiba. Os planos foram minuciosamente preparados. Chegamos em Bariloche com atraso, às 23h, nosso voo em B.Aires foi transferido para 1h mais tarde. A Ana nos esperou, nos deu todas as informações e desmaiamos. Naquele dia, tinha havido uma nevasca, as paisagens mostravam a exuberância dos flocos de neve já derretendo. O clima estava gélido, com pouco vento. Na manhã seguinte vimos pela janela q os jardins ainda estavam branquinhos. Saímos para nosso café da manhã. Encontramos uma padaria, compramos as medias-lunas e entramos numa tienda onde encontramos café quentinho. Dali seguimos para o Centro Cívico, precisávamos alugar roupas, fazer câmbio e nos localizarmos. Após o almoço fizemos o Circuito Chico, passeando pelo Cerro Campanário, subindo pelo teleférico de cadeirinhas até a altura de 1050m, por 90 pesos. A vista é linda, tem um café onde podemos descansar. Estávamos com o city tour então tivemos pouco tempo. O vento estava muito forte e gelado... o Guilherme e o Lenio entenderam porque eu e a Marianne colocamos mais agasalhos. Na volta à cidade descemos para visitar o Cerro Otto. Uma maravilha, o teleférico fechado, para 4 pessoas, sobre bem devagar. Lá em cima uma confeitaria serve almoço e lanches, rodando em volta da paisagem. O passeio foi ótimo!!! No dia seguinte o vento continuava, passamos na loja de aluguel de roupas e depois fomos pegar o ônibus 55 até o Cerro Catedral... mas ele nos deu um bolo. Há duas paradas no centro, alternadas, então esperamos numa sem entender e depois fomos para outra, enquanto isso o ônibus passou e não vimos. Bem, resolvemos passear pela cidade, irmos na Catedral, no Museu e jantamos num ótimo restaurante: Alto d... devolvemos as roupas de neve, para pegarmos novamente em dois dias. As previsões eram de nevasca a partir das 4h da manhã. Eu dormi pesado, mas a Marianne ficou preocupada com o barulho no telhado e nas vidraças, levantou e..... estava nevando!!!!! Parecíamos quatro crianças felizes... batemos fotos, mesmo com a paisagem escura. Então voltamos dormir. Quando amanheceu... que coisa linda!!!!!! Não parou de nevar um instante, até às 16h. Tudo muito branquinho, como os cartões postais q vemos aqui no Natal!!!! Jingle Bell!!!!! Porém... não imaginávamos o quanto lá fora estava frio!!! A tv mostrava sensação de 10°negativos. Saímos para pegar as roupas de neve para seguir ao Cerro Catedral no dia seguinte. Encontramos outra loja com preço bom e material melhor. Em média macacão, bota, luvas por 100 pesos. Visitamos a confeitaria mais tradicional da cidade: RAPA NUI, enquanto provamos um mousse de chocolate, nevava direto... Há outras, como a Chocolate TURISTA, sabores diferentes, de boa qualidade também. A visita ao Cerro Catedral, no dia seguinte à nevasca foi a melhor pedida. O céu estava limpo, azulzíssimo!!!!! O casal resolveu esquiar, alugou equipamento, fizeram 2h de aula e lá se foram... montanha acima. Eu e o Lenio ficamos assistindo a aula e os tombos eram imperdíveis... Eles se sentiram capazes, almoçamos lentilhas no Shopping e nos separamos. Eu e o Lenio resolvemos subir a montanha de Cable Carril, um bondinho fechado q vai até a parte mais alta da montanha. Uma adrenalina também!!! De lá víamos os esquiadores como formiguinhas... Tomamos um chocolate com conhaque, tiramos fotos e em seguida descemos. Iríamos nos encontrar com o casal às 17h. Lá de cima, mãe q é mãe reconhece a cria, avistei a Marianne e o Guilherme, descendo com o ski nas costas...Bem, só depois soubemos q eles tiveram dificuldade em fazer as curvas e resolveram se sentar nas shapes e fazer de skibunda...rsrsrsrsrsrsrs. Fora isso, foi difícil se controlar sobre os skis, além dos engates se soltarem a cada passo, por isso carregaram por um bom trecho aquilo pesado. O q fica é a experiência, diferente e interessante. A volta pra casa não foi menos interessante. Saímos de lá às 17h30, começou a nevar, a fila do ônibus estava longa, umas 200 pessoas à nossa frente. O ônibus 55 chegou e carregou mas não conseguiu levar todos. Fomos os últimos a entrar e fechou a porta. Deixou uma galera lá esperando o próximo. Bem, com muita gente o ônibus não conseguia circular. Ele afundava na neve e ao forçar a neve virava gelo, derrapando os pneus. Conclusão... emperramos duas vezes, descemos para auxiliar na saída até o asfalto. Enfim, seguimos por 1h de viagem, superlotados. Chegamos em Bariloche e devolvemos as roupas. UFA, que dia lindo e cansativo!!!!! Não consigo descrever a paisagem q o cerro Catedral nos mostrava, se aquilo tudo fosse chantilly, eu estaria no paraíso...  Enfim, fiz algumas fotos, era tudo muito maravilhoso!!!!! Nunca tinha visto tanta neve assim. Soubemos depois q há uns 8 anos não nevava como naquele dia. Foi um belo presente ver a nevasca e o dia após. No dia seguinte, teríamos apenas a parte da manhã, pois nosso voo seria às 15h, para Buenos Aires, mas não foi assim q aconteceu. A LAN nos aprontou uma surpresa terrível: nosso voo foi cancelado e só seguiríamos a Buenos Aires às 21h... permanecemos no aeroporto chateados. Chegamos em Buenos Aires às 24h... cansados, tristes, sem poder jantar e assistir ao show de tango, programados. Na manhã seguinte deu tempo de tomar o café da manhã, pegar as malas e seguir ao aeroporto para dar uma voltinha no Free Shop. Foi uma viagem linda, diferente, animada, mas com um fim desastroso. Bariloche deixou lindas imagens, inesquecíveis!!!!!

domingo, 3 de maio de 2015

LITORAL DO PARANÁ: PARANAGUÁ E GUARAQUEÇABA - Abr/2015.

Visitando o litoral do meu Paraná:No tempo que estudei Geografia e História do Paraná (2º ano ginásio, 1966) não tinha consciência do tamanho, da importância do nosso litoral na história e na vida dos paranaenses; assim como, acredito que hoje em dia, os alunos do Fundamental II, que cursam a 7ª série. Os professores de hoje tem mais recursos para criarem interesse nos alunos pela nossa história e despertarem curiosidade sobre o povoamento do nosso estado, porém os jovens precisam conhecer o local, ver de perto as maravilhas, a Baía, os golfinhos, os pássaros... que delícia uma aula de História e Geografia lá pertinho do mar, vendo as cadeias da Serra do Mar, revivendo a luta dos primeiros habitantes e dos grupos indígenas q ali viviam.... Tem muitas informações que só agora parecem chegar à minha memória. Deve ser pelo fato de conseguir ver in loco a história e geografia, tudo fica muito mais interessante!!!!Já estive muitas vezes em Paranaguá, a primeira vez na companhia de minha mãe e dos meus avós maternos: José de Freitas Saldanha e Palmira Doim Saldanha, ele cartorário aposentado pelo Ministério da Justiça, nascido em Guarapuava-Pr, onde se casou e ali nasceram seus 6 filhos (José Saldanha Junior -Juca, Aparício Freitas Saldanha - Apa, Ildefonso Magos Saldanha - Fonso, Maria Rosa Saldanha, minha mãe, apelido Rosita, Getulio Dorneles Saldanha e Cleuze Maria Saldanha).A viagem ida e volta foi de trem, até Paranaguá, onde visitamos o Porto, o Museu Histórico e a Igreja N. Sra. do Rocio, almoçamos no Mercado Municipal o qual até hj conserva as mesmas características. Em outras ocasião estive lá em visita ao Museu com minha escola; há um ano atrás com a amiga Margareth, fizemos um passeio de barco até o Porto e a Igreja do Rocio e ainda fomos à Ilha dos Valadares, visitamos a Igreja Matriz, depois pegamos um ônibus até Guaratuba para voltarmos a Curitiba. A última vez, com o companheiro de aventuras Lenio, nos dia 18 a 20/abril/2015. O maior porto graneleiro da América Latina começou sua história no antigo atracadouro de Paranaguá, em 1872, com a administração de particulares. Batizado de Dom Pedro II, em homenagem ao Imperador do Brasil, em 1917, o Governo do Paraná passou a administrar o Porto de Paranaguá que recebeu melhorias que possibilitaram sua ascensão a maior Porto sul-brasileiro. Hoje é o segundo maior porto exportador (o primeiro é Santos-SP).Sua inauguração aconteceu em 17 de março de 1935, com a atracação do Navio “Almirante Saldanha”.Em 11 de julho de 1947 foi criada a Autarquia Estadual que levou o nome de Administração do Porto de Paranaguá; (A.P.P). Em 10 de novembro de 1971, a administração dos dois portos paranaenses foi unificada pela lei 6.249, criando a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). Atualmente, o Porto de Paranaguá é um dos mais importantes centros de comércio marítimo do mundo, unindo localização estratégia a uma das melhores Infra-estruturas portuárias da América Latina. Entre as principais cargas movimentadas em Paranaguá estão: Soja, farelo, milho, sal, açúcar, fertilizantes, contêineres, congelados, derivados de petróleo, álcool e veículos.No contexto histórico do Estado do Paraná, o Porto de Paranaguá foi a porta de entrada para os primeiros povoadores do Paraná, e desde a segunda metade do século XVI, o Porto sempre foi o principal exportador da região que mais produz produtos agrícolas do Brasil. Navio Almirante SaldanhaPrimeiro Navio AtracadoA cidade de PARANAGUÁ possui próximo de 150 mil habitantes. O nome da cidade origina-se da língua tupi-guarani: significa Grande Mar Redondo/ Enseada do Mar, como os índios denominavam Pernaguá, Parnaguá, Paranaguá.Nos anos de 1550, através de Ararapira e Superagüi, penetrando e navegando a vasta e bela baía de Paranaguá, as canoas vicentinas aportaram na ilha da Cotinga, próxima do continente. Admirados de ver em derredor muitas habitações de índios carijó, e receosos talvez de que lhe fizessem alguma traição, foram em direitura da ilha da Cotinga, para o lado do furado que a divide da ilha Rasa, onde principiaram as suas habitações. A cidade foi fundada na primeira metade do século XVII, tem como sua principal atividade econômica, a de porto escoador da produção do Paraná, interligando o estado às demais regiões do país e do exterior. A construção de suas docas data de 1934, testemunha de mais de 400 anos de história. Guarda, ainda vestígios da época da colonização portuguesa em seus casarios de fachada azulejada em suas ladeiras de pedra e em suas igrejas. O município foi criado através da Lei 5, de 29 de julho de 1648 e instalado na mesma data, tendo sido desmembrado do estado de São Paulo. Antes que se organizasse o núcleo, que deu origem à sociedade parnanguara, há milênios, neste mesmo litoral, habitou o Homem do Sambaqui, tratando-se de uma raça extinta,sem que pouco ou quase nada se saiba sobre ele. Mais tarde, foi a vez do povo Carijó, do grupo Tupi-Guarani, que a exemplo da anterior, é raça também extinta: desta feita, pelas mãos do desbravador português, que os capturou para trabalho escravo. Com o tempo, os que sobraram miscigenaram-se com brancos e negros africanos, resultando em outro elemento étnico, o caiçara. Os pontos turísticos da cidade são: - Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPr, antigo Colégio Jesuíta, edificação do Séc. XVIII, restaurado entre 2005 e 2009. - Santuário da Padroeira do Paraná, a Igreja Nossa Senhora do Rocio está situado no bairro do mesmo nome, às margens da baía de Paranaguá. Construído em 1813, foi reformado e adaptado aos novos tempos e recebe durante todo o ano milhares de fieis que dão continuidade à devoção de quase três séculos. Localiza-se na Praça Luiz Xavier, tradicional logradouro que possuía um chafariz vindo da Inglaterra, composto de ferro e ornamentado com caras de leão. Há inúmeros registros de socorro da Virgem do Rocio prestados aos marinheiros em violentas tempestades, tragédias no mar, os quais se tornaram seus devotos e a homenagearam com procissões e comoventes romarias pelas ruas da cidade, rumo ao santuário. Além desses, registram-se muitos outros milagres ocorridos em diversas cidade do Paraná sob a intercessão da Virgem do Rocio, cujas festa se realiza no dia 15 de novembro. É nesse dia que a Fé atinge o seu ponto mais alto, razão pela qual, Nossa Senhora do Rocio foi consagrada Padroeira do Paraná, pelo Papa Paulo VI, em 1977 indicando a igreja do Rocio como seu Santuário. - Aquário de Paranaguá: O Aquário de Paranaguá expõe aos seus visitantes aproximadamente 200 espécies, divididas em 23 tanques de água doce e salgada. Os visitantes poderão ver de perto pinguins, raias, tubarões, recifes de coral, manguezal e outras ;representações aquáticas. Além disso, existem dois tanques, nos quais serão possíveis ter experiências sensoriais com animais invertebrados e raias. - Igreja Catedral Diocesana: Paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, localizada no Setor Histórico. - Ilhas da Região: São ao todo 30 Ilhas que compõem a Baía de Paranaguá. Dentre elas a mais famosa é a Ilha do Mel. Situa-se na baía de Paranaguá na região central da costa paranaense, encontra-se vinculada ao município de Paranaguá. Possui um perímetro de aproximadamente 35 km e área em torno de 2760 hectares. Suas construções históricas como a Fortaleza da Barra, o Farol das Conchas, remontam ao século XVIII.Tombada pelo Patrimônio Artístico e Histórico do Paraná em 1975, visando a proteção e a preservação da flora e fauna e dos aspectos naturais, históricos, arquitetônicos e arqueológicos. Patrimônio Ecológico não apenas da população paranaense, mas de toda a humanidade, a Ilha do Mel tem 95% de sua área composta por ecossistemas de restinga e Floresta Atlântica, o que a elevou à categoria de Estação Ecológica em 1982. Em março de 2002 foi criado o Parque Estadual da Ilha do Mel com uma área de 337,84 hectares. Outro importante atrativo é a Gruta das Encantadas, envolta de lendas e mistérios. O acesso se dá pela BR 277 até Paranaguá ou Pontal do Paraná, de onde partem os barcos. - Ilha Valadares: A Ilha passou à posteridade com esse nome por ter pertencido aos irmãos Valadares. Seus primeiros donatários eram comerciantes que se acreditava, terem sido traficantes de escravos, Por isso, por alguns anos, a ilha foi um posto de quarentena de escravos trazidos da África ao nosso litoral, ou que aqui chegados vinham da Bahia ou do Rio de Janeiro. Hoje, a ilha está ligada ao centro urbano por uma ponte conhecida como ‘’Passarela’’, concluída em 1990, e que dá acesso preferencial a pedestres.Situa-se a uma distância de 400 m do centro de Paranaguá numa área de 2,8 km quadrados, à margem direita do rio Itiberê. É habitada por praieiros e pescadores que se dedicam à pesca artesanal e cultuam tradições como a de ser o palco do fandango paranaense, única dança típica litorânea. É abastecida por energia elétrica, água tratada e rede telefônica. Ilha da Cotinga;Local onde os primeiros colonizadores vindos de São Paulo, com a intenção de chegar a Paranaguá, se estabeleceram com receio dos índios carijós que dominavam a região. Situada na baía de Paranaguá, é hoje fonte de mistério, onde acham-se inscrições em ruínas e vestígios do início da civilização paranaense. Faz parte da história desta Ilha, antiga sede da primitiva povoação de Paranaguá, o naufrágio do navio pirata francês Boloret, ocorrido em 09 de março de 1718, sendo que muitos afirmam que piratas lá esconderam um tesouro. Os nativos são índios carijós, que até hoje habitam no cenário onde seus ancestrais nasceram. Em 1677, foi construída uma capela destinada ao culto de Nossa Senhora das Mercês, demolida em 1699, para se erigir a Igreja de São Benedito no continente. Em 1955 foi pedida a reconstrução da antiga ermida, e em 17 de março do mesmo ano realizou-se uma procissão marítima de retorno da antiga imagem de Nossa Senhora das Mercês esculpida em pedra e vinda de Portugal. No ano de 1993 a Ermida foi finalmente reconstruída, sendo sua inauguração no dia 25 de abril, porém atualmente só restam ruínas da igreja. O acesso ao templo é feito através de rústica escada de pedra, formada por aproximadamente 365 degraus, proporcionando uma bela visão da cidade e do mar.Ilha das Peças, Ilha Superagui e Ilha Rasa pertencem ao Mun. de Guaraqueçaba, são ilhas maiores, porém possuem poucos recursos sanitários básicos. Os moradores são pescadores simples. Há muitas outras ilhas pequenas.O passeio de barco por entre as diversas Ilhas pode ser feito de barco desde Paranaguá ou Guaraqueçaba. Até a primeira metade do século XVI, os únicos habitantes da região eram os grupos indígenas, que se distribuíam pelos estuários e baías do litoral paranaense, principalmente às margens da baía de Paranaguá. Inicialmente, a região era habitada por tupiniquins, tendo, mais ao sul do litoral paranaense e norte catarinense, a frequente presença de índios carijós, hábeis em descer do planalto à planície litorânea pelo caminho Peabiru e seus ramais. Esse antigo caminho indígena ligava o Império Inca localizado nas cordilheiras dos Andes ao litoral paulista, com ramificações para o litoral paranaense e catarinense. Por meio dessas ramificações, as nações indígenas nômades iam do litoral para o planalto e vice-versa. Registros históricos estimam que havia de 6 a 8 mil Carijós no litoral paranaense desenvolvendo atividades de lavoura e pesca. No litoral, as atividades cotidianas incluíam a caça, a pesca, coleta de ostras, mexilhões, bacucus, caranguejos, etc. Prova da presença desses povos antigos, são os vestígios deixados, chamados de sambaquis (Depósito natural de cascas de ostras e outras conchas) encontrados ora na costa, ora em lagoas ou rios. Em Guaraqueçaba, ainda se encontram vários sambaquis em bom estado de conservação.Com o achamento do Brasil, pelos portugueses, em 22 de Abril de 1500, e a fundação da colônia de São Vicente, em 1532, no litoral paulista, partiram as primeiras expedições de exploração ao complexo estuarino de Cananéia, Iguape e Paranaguá. A história refere-se à presença, em 1545, de colonos lusos estabelecidos em Superagui e, entre 1550 a 1560, na Ilha da Cotinga. No dia 18 de Novembro de 1547, ao tentar esconder-se de uma tempestade, o navegador alemão, Hans Staden, se abriga no canal do Superagui, onde encontrou ali índios tupiniquins e dois portugueses náufragos. Esse navegador descreveu o que viu: índios usando peles de animais ferozes para se proteger do frio. Seu relato de viagem, do ano de 1556, apresenta a primeira carta da baía de Paranaguá. Posteriormente, na intenção de capturar índios para escravizá-los, portugueses, vindos do litoral paulista, chegaram à BAÍA DE GUARAQUEÇABA e ali descobriram ouro nos rios Ribeira, Açungui e Serra Negra; fixaram-se na região, iniciando assim, as atividades de mineração no Brasil. Em tupi-guarani, Guaraqueçaba significa "Lugar do Guará", uma ave de cor bem avermelhada, que era abundante na região, mas hoje quase em extinção. A colonização da região começou como a chegada dos portugueses ao Paraná por volta de 1545. Por volta de 1638, Gabriel de Lara, fundador da capitania de Paranaguá, descobriu uma rica lavra de ouro nas encostas da Serra Negra. Com a descoberta, vieram os mineiros e os aventureiros para explorar os rios cavalgando o ouro de lavagem em diversos locais. Logo a seguir, com a chegada dos jesuítas, que fundaram em Superagui um estabelecimento agrícola e religioso, construiu-se o primeiro aglomerado humano da região. Foi só no Século XIX, quando Cipriano Custódio de Araújo e José Fernandes Correia construiram uma capela no morro do Quitumbê, que foram surgindo em torno dela as primeiras edificações, formando em pouco tempo o povoado.Este povoado foi elevado em 1854 à freguesia e, em 1880 à município, sendo anexado a Paranaguá como simples distrito. Em 1947 sua autonomia foi restaurada e o município novamente instalado. A cidade de Guaraqueçaba está situada, numa região de rara beleza, no litoral paranaense, ladeada pelas baías de Paranaguá e Laranjeiras e pela elevação da Serra do Mar. Seus habitantes primitivos são os índios tupiniquins e carijós. A preservação de seu ambiente e, as características físicas da região, tornaram a cidade privilegiada pela manutenção de suas reservas florestais e ecossistemas, quase intactos, criando atrativos turísticos apreciados pelos adeptos do turismo ecológico.http://www.fundacaogrupoboticario.org.br/pt/o-que-fazemos/reservas-naturais/pages/reserva-natural-salto-morato.aspx. Área: 2253 hectares. Aves catalogadas: 324. Registros em um só dia: 164 espécies. Distancia de Curitiba 170 km. Plantas: 580 espécies.Mamíferos: 80 espécies (felinos, roedores, macacos). Répteis: 29; espécies: Anfíbios: 40 espécies. Peixes: 40 espécies (duas descobertas na Reserva). A visitação foi a partir da cidade de Guaraqueçaba que ainda não possui infra estrutura turística mas através de seus habitantes ofereceram-nos transfer particular para a visitação. São 1h de carro até a entrada da Reserva, por estrada sem asfalto. Em época de chuva fica intransitável. A Reserva tem estrutura para receber pesquisadores que estudam sua natureza é mantida pela Fundação Boticário de Proteção à Natureza, sendo uma RPPN (Reserva Particular de Proteção à Natureza), integrando o Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Criada em caráter perpétuo, tem como objetivo conservar ecossistemas e sua biodiversidade. Protege 2.340 hectares de floresta atlântica situada em uma região reconhecida pela UNESCO como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade, por fazer parte do maior remanescente contínuo de Mata Atlântica no Brasil. Atrativos:Centro de Visitantes com uma sala para exibição de vídeos educativos sobre a Reserva;painéis;onde mostram os patrocinadores, fotos dos pássaros mais exóticos da Reserva, uma maquete da localização da Reserva em meio ao município de Guaraqueçaba, representando apenas 0,5% deste.Trilha do Salto Morato: 1.500 m entre o Centro de Visitantes e o Salto, contém uma trilha natural, iniciada por uma ponte pênsil com mais ou menos 50 m de extensão por 0,50 m de largura, com piso em tábuas estreitas espaçadas, dando condições de avistar o leito do Rio Morato q passa abaixo dela. Encontramos em todo o trecho vegetação exuberante, bromélias, orquídeas, ma... com folhas enormes, ambiente úmido com árvores altíssimas que fecham o visual a 30 m de altura. Encontramos o Aquário natural a 500 m do Centro de Visitantes, uma piscina natural com peixes e água turquesa, gelada, onde pode-se tomar banho, sem uso de protetor. O Salto Morato é o destino final dessa majestosa trilha que cai de uma altura de 150 m com um volume d`água razoável parecendo um véu de noiva, levantando uma bruma que atinge os visitantes mesmo a alguns metros de distância.É proibido se banhar na piscina do Salto, mas as águas cristalinas convidam a molhar os pés e pode até ser bebida. Encontramos ainda torneiras com água potável, banheiros, lanchonetes, área de camping.Trilha da Figueira: está distante do Centro de Visitantes a 2.400 m, possui uma árvore centenária que deslocou uma de suas raízes para a outra margem do Rio, como se fosse um Portal; a trilha é simples, não possui qualquer benefício. Ficamos extasiados pela beleza natural do lugar. Considerando q pertence a uma empresa que pesquisa e produz cosméticos acreditamos q as essências usadas na confecção de seus produtos tenham origem nessa rica região. Não visitamos a Trilha da Figueira por ser mais longa, mas recomendamos para quem possa usar o tempo todo de visita. A cidade oferece alguns restaurantes próximos ao trapiche de desembarque, com grande variedade de pratos de frutos do mar, música nativa (fandango), artesanatos, Pousadas de boa qualidade. Recomendamos a Pousada do Biguá onde ficamos (diária R$ 200 para casal) ou Pousada Bambuza (diária R$ 230 para casal), há ainda Hotel Eduardo I (diária R$ 180 para casal), todos com café da manhã. Há que se observar os horários de chegadas e partidas dos barcos de e para Paranaguá, há diferentes horários, diariamente ou apenas nos finais de semana.A cidade de Guaraqueçaba não oferece praia para banho de mar, porém de barco, em 20 min, é possível chegar a Superagui, onde a praia é recomendada. Não estivemos em Superagui por estarmos com pouco tempo. Vimos em fotos que a praia é limpa e tranquila.Voltamos para Curitiba via rodoviária, pela Viação Graciosa, em 5h30 de viagem, passando por Antonina, Morretes e Curitiba. Foi um passeio diferente, interessante e cultural. Vale a pena visitar. APRENDI MUITO!!!!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

BRAS.(DF), MAN.(AM), BELÉM, SANT.E ALTER DO CHÃO (PA): ESTAÇÃO DAS ÁGUAS (JAN 2015)

Janeiro/2015, alto verão aqui, em Curitiba termômetros variam de 25° a 30°; no Rio chegam fácil aos 40° com sensação térmica de 43°... é o hemisfério sul bombando no verão... porém, lá pela região do Equador as coisas são muuuuuuiiiiito diferentes!!!!Vamos conferir... A lógica é essa, verão aqui, inverno lá... Porém, o inverno de lá mais parece nosso verão com temperaturas médias de 28° e pra indicar o inverno deles, um toró (chuva pesada e curta) q cai após o almoço, em duas etapas (às 13h e às 16h).Assim foi nosso roteiro: Curitiba - Brasília - Manaus - Belém - Santarém - Alter do Chão - Santarém - Belém - Brasília - S.P. - Curitiba. Passamos por Brasília para um pequeno pit stop. Lenio não visitava nossa Capital há muitos anos, foi uma ótima oportunidade para ver o quanto ela se modificou, cresceu, esverdeou... Fomos praticamente a todos os lugares possíveis, fizemos o city tour, passando pelos monumentos mais importantes, porém, fizemos duas visitas guiadas que nos mostrou um outro lado desses monumentos: Senado e Câmara Federal, com direito a almoço no Restaurante do Sesc e ao Itamaraty, com fotos do seu interior. Levei-o ao Conjunto Nacional (primeiro Shopping brasileiro), caminhadas até ao Estádio Mané Garrincha (sem visitação) e a cereja do bolo: Memorial a Juscelino Kubitschek, imperdível!!!! Ficaram faltando o Zoológico e o Catetinho.

Pontos altos: O Hotel BRISTOL (R$ 170/casal com café manhã), bem localizado no Setor Hoteleiro Sul, diárias R$ 170 o casal, com café da manhã, Shopping Liberty Mall localizado no Setor Hoteleiro Sul facilitando alimentação, caminhar pela Capital Federal, Mirante da Torre de Televisão, Fonte das águas dançantes, visita guiada ao Congresso Nacional (Senado e Câmara Federal), Restaurante do SESC na Câmara Federal, mirante do Restaurante do SESC, sobremesa torta de abacaxi (uma das maravilhas de Brasília), visita guiada no Palácio do Itamaraty, ônibus city tour, Memorial JK, transfer aeroporto - hotel - aeroporto, excelente, sai do aeroporto, custa R$ 20,00/pessoa e passa no Setor Hoteleiro Norte e Sul, frequência a cada 15min.

Seguimos a Manaus. Sempre tive informações q em Manaus o calor era pegajoso, úmido, desconfortável. Como estaríamos no inverno, dei um desconto em cada uma dessas situações, mas a verdade é que a chuva diária fez sua parte e nos refrescou deliciosamente. O calor em Manaus chegava aos 33°, com sensação de 35° ou mais, porém com algumas nuvens. Estava suportável. Manaus é uma capital bem preparada para receber o turista, possui um aeroporto razoável, com infra estrutura de transporte para atender quem chega pela primeira vez. Senti-me respeitada ao saber q o transporte de ônibus nos levaria até o Hotel. Nota dez!!!!! E ainda, usamos o mesmo transporte para o transfer de saída. Ficamos no Hotel Manaus Express, no bairro Vieiralves, em meio caminho entre o centro e o aeroporto. (R$ 168/casal, com café da manhã).

Pontos Altos: Mercado Central (artesanato e refeições), passeio Encontro das Águas Rio Negro e Solimões, Restaurante sobre balsas..., passarela sobre a Floresta Amazônica, Vitória- Regia, Macacos Prego, Sagui, Titi, visita à casa de um Ribeirinho: Bicho Preguiça, Sucuri e Jiboia, Aves em bandos, Visita ao suntuoso Teatro Amazonas, Visita à Praia Ponta Negra e Shoppings onde encontramos produtos da Zona Franca com preços muito altos, Complexo da Arena Amazônia.

Ficamos em Manaus 4 dias, suficientes para visitar e caminhar, reconhecendo o local. O centro da cidade possui comercio numeroso, muitas lojas e barracas com artigos de cama, mesa e banho, roupas em geral, calçados na sua maioria chinelos, eletrodomésticos, frutas, hortaliças, água de coco. O Mercado em estilo art nouveau oferece barracas de artigos indígenas, plantas medicinais, restaurantes, licores, instrumentos musicais, esculturas de peixes da região, artefatos indígenas. Nos restaurantes provamos dos peixes famosos da região: tucunaré, tucupi e pirarucu, os melhores. Localizamos uma Praça próxima ao embarque do Porto onde só existe artesanato indígena, ali ficamos observando como eles fazem o comercio, ficam sentados no chão, com seus produtos à volta, espalhados e vendem com facilidade. Muitos turistas se aproximam e tentam conversar mas eles não gostam de falar, só apontam e dão o preço. Assim é a maioria do povo manauara, quieto, tímido, mas quando perguntado sobre os pontos turísticos, explicam direitinho. A cidade é bem servida de transporte coletivo urbano, inclusive há vários Terminais Urbanos, mas como os ônibus são inúmeros, nós sempre precisamos pedir informação. a visita à Praia de Ponta Negra foi à tardinha, ficamos lá à noite, provamos o Tacacá (caldo feito de Tucupi - goma da mandioca, com camarão seco e folha de jambu que deixa a língua dormente), sabor diferente e gostoso. Provamos deliciosos sucos e sorvetes de frutas regionais: Bacuri, Cupuaçu, Tapioca, Graviola, Taperebá, Buriti, Muruci, Açaí, Castanha Pará, Bacabá, entre outros...É um colírio para os olhos e uma diversidade enorme de sabores, uns mais acastanhados, outros ácidos, alguns mais suculentos, outros sem muito sabor. Os sucos e sorvetes são feitos da polpa da fruta, sem adição de água... fortes para nosso paladar. De todos esses descobri  q o cupuaçu é o fruto mais usado pois dele tudo se aproveita para geleia, cremes, caldos, sucos, sorvetes, manjares, óleo, pastas, tanto para tomar como para uso tópico, para diversos males. A Arena Amazônia me surpreendeu, pelo espaço onde foi construída e pelo design. Gigante mesmo, muito bonita. O Teatro Amazonas, suntuoso, imenso, bem conservado, pomposo, compete à altura com o Teatro Colón de Buenos Aires. Visita imperdível.
O passeio em Manaus ficou incompleto, pois deveríamos ter ido de barco até Santarém, seriam dois dias de viagem, passando por Parintins, então, voltarei em breve para realizar esse roteiro. No mais, fiquei feliz de trazer boas impressões de lá; sempre tive precauções com o calor do Norte, mas ir em janeiro foi excelente!!! Recomendo. De Manaus seguimos a Belém.

A chegada em Belém do Pará foi rápida, em apenas 1h20 de voo estávamos em outra capital. A cidade nos pareceu tranquila, o Hotel HANGAR (R$ 169 diária/casal, com café da manhã) é perto do aeroporto, em 10 min já estávamos hospedados. O calor era grande, ficamos num apartamento no 4º andar, depois fomos para o 12º, ali sim a vista era bonita. Diárias R$ 169 o casal, com café da manhã.

Saímos e fomos até o centro, onde o Mercado Ver-o-Peso nos chamava atenção. Todas as pessoas nos recomendaram cuidado perto do Mercado Ver-o-Peso, mas isso a gente está acostumado, em cidades brasileiras ou não. Saímos sem muitas sacolas, apenas com o documento e algum dinheiro. Pegamos ônibus e descemos perto do Mercado. Vimos q havia muitas barracas de comida, muitas mesmo. Dali caminhamos para o complexo chamado de ESTAÇÃO DAS DOCAS: Criada a partir da restauração do antigo porto de Belém, é um convite ao passeio pela orla da Baía do Guajará. Referência nacional para o turismo e cultura na Amazônia, conta com uma média diária de seis mil frequentadores, público que faz do complexo turístico-cultural um grande centro de lazer na cidade de Belém. São os 3 primeiros hangares restaurados completamente, com estruturas em ferro e vidro, onde encontramos lojas de artesanatos, restaurantes e espaço para Feiras e Eventos Culturais. Saímos de lá encantados com a estrutura, paisagismo e atendimento. O local está preparado para atender aos mais exigentes gostos turísticos. Continuamos então seguindo a mesma calçada q nos levava ao Ver o Peso. Antes de chegarmos lá, atravessamos a turbulhenta Boulevar Castilhos França pois do outro lado havia um prédio bonito, antigo q nos chamou atenção, era um Mercado Francisco Bolonha. O prédio faz parte do complexo Ver-o-Peso, cartão-postal de Belém. Construído em 1867, foi remodelado em 1908 com a assinatura de Francisco Bolonha - o engenheiro trocou as vigas de madeira pela bela estrutura de ferro, presente até hoje. Debaixo dela há barracas que vendem carnes, um box de artesanato, um de artigos de umbanda e restaurantes que servem café da manhã e almoço. 
Voltamos ao contorno da Cidade Velha e o Rio Guajará, seguimos beirando o Mercado q parecia estar em restauração. Aproximamo-nos do rio e o Lenio foi tirar uma foto da placa onde estava registrado o nome do local e monumentos quando um sujeito trajando camiseta preta e vermelha avançou na câmera e em luta conseguiu retirar das mãos do Lenio. Eu gritei mas não pude evitar, o cara foi muito rápido e o Lenio ficou somente com a cordinha q segurava a câmera. Ficamos perplexos por um instante, sem reação... seguimos para o sentido da catedral, lamentando o acontecido. Realmente vimos o sujeito por ali, mexendo em seu celular, mas nos distraímos vendo o local e o assalto foi consumado. Ficamos muito chateados, impossível prever isso. Dali passamos pela Catedral, construída no alto e visitamos o Complexo Feliz Lusitânia. Esse complexo está localizado na região mais antiga de Belém e abriga o Forte do Presépio, a praça Dom Frei Caetano Brandão, a Casa das 11 Janelas, a Igreja de Santo Alexandre (Museu de Arte Sacra) e a Catedral Metropolitana de Belém. A visita foi rápida, tiramos fotos com minha câmera e voltamos. Naquele dia os ânimos estavam arrefecidos, passamos na estação das Docas e decidimos pelo passeio de barco, às 17h, pela orla de Belém, apesar da chuva q se aproximava. O passeio durou 2h, um guia explicava o q estávamos observando com histórias típicas, um casal dançava os ritmos do Pará:


Carimbó: O nome da dança é de origem indígena com os nomes Curi, que significa pau oco, e M'bó que significa furado. Os homens devem trajar uma calça curta no estilo pescador e uma camisa que contenha estampas. As mulheres utilizam uma saia rodada e com estampas, uma blusa, colares e flores presas aos cabelos. Os dançarinos a executam com os pés no chão. Os homens batem palmas para as dançarinas e isso é o indício de que elas estão sendo chamadas para dançar também. Em forma de roda, as mulheres balançam a saia para que ela atinja a cabeça de seu parceiro. O ato é realizado no intuito de humilhar o homem para que ele saia da dança. Um dos momentos mais importantes ocorre quando cada casal vai para o centro da roda e o homem deve apanhar um lenço com a boca, que foi jogado no chão pelo seu par. Se o feito for satisfatório, ele recebe aplausos. Caso ele não consiga, a mulher joga a saia em seu rosto e ele deve sair da dança.

Marambiré: Essa dança é considerada uma representante da alegria dos negros no Brasil após a Abolição da Escravidão. Ela é caracterizada por uma marcha que mescla a religião e o profano. Ela é realizada por duplas e sempre aparece durante os festivais no estado.Lundu Marajoara: Essa dança tem origem africana e é muito sensual, pois a intenção dela é mostrar o convite do homem para ter um encontro sexual com a mulher. Primeiro, há uma recusa; porém, ele insiste e ela aceita. A Lundu Marajoara mostra o ato com o passo da umbigada, quando acontecem movimentos de dança mais sensuais. As mulheres utilizam saias coloridas e blusas rendadas. Já os homens vestem calças de preferência na cor branca. Essa dança também recebe a ajuda de instrumentos como o banjo, cavaquinho e clarinete.

Dança do Siriá: A mais famosa dança folclórica do município de Cametá é uma das manifestações coreográficas mais belas do Pará. Do ponto de vista musical é uma variante do batuque africano, com alterações sofridas através dos tempos, que a enriqueceram de maneira extraordinária. Contam os estudiosos que os negros escravos iam para o trabalho na lavoura quase sem alimento algum. Só tinham descanso no final da tarde, quando podiam caçar e pescar. Como a escuridão dificultava a caça na floresta, os negros iam para as praias tentar capturar alguns peixes. A quantidade de peixe, entretanto, não era suficiente para satisfazer a fome de todos.Certa tarde, entretanto, como se fora um verdadeiro milagre, surgiram na praia centenas de siris que se deixavam pescar com a maior facilidade, saciando a fome dos escravos. Como esse fato passou a se repetir todas as tardes, os negros tiveram a idéia de criar uma dança em homenagem ao fato extraordinário. Já que chamavam cafezá para plantação de café, arrozá para plantação de arroz, canaviá para a plantação de cana, passaram a chamar de siriá, para o local onde todas as tardes encontravam os siris com que preparavam seu alimento diário


Xote Bragantino: Dança de raiz européia originada do Schotinch, a mais famosa dança folclórica da Escócia, o qual foi divulgada em toda a Europa, em torno de 1841. Os colonizadores trouxeram a dança para o Brasil onde despertou um grande interesse na população, mas aqui a dança ganhou alguns acréscimos. No Pará, a dança foi trazida pelos portugueses, que a cultivavam assiduamente em todas as reuniões festivas. De longe, os escravos assistiam os movimentos e guardavam na memória.
Em 1798 quando em Bragança, os escravos fundaram a Irmandade de São Benedito, a Marujada, o Xote foi magnificamente aproveitado pelos escravos, tornando-se a mais representativa dança do povo Bragantino. Nas festas populares o Xote é executado inúmeras vezes. Os movimentos da dança Escocesa, hoje já não exite mais, pois foram introduzidos novos detalhes, no que tange a graciosa desenvoltura dos dançarinos, seus volteios e maneios ritmados, para valorizar o efeito visual e despertar o interesse dos espectadores. O acompanhamento musical é constituído pelos mesmos instrumentos das danças folclóricas paraenses, ainda que, obrigatoriamente, o Xote exige solos de violino (a rabeca) sendo os cânticos puxados por um dos elementos do conjunto musical.



Samba do Cacete: a abertura e no encerramento do ritual do Cunvidado, os quilombolas de Tomásia tocam o Samba do Cacete, manifestação cultural encontrada em quase todas as comunidades quilombolas da região do Rio Tocantins. Embora cada comunidade o realize de uma forma particular, os instrumentos, os ritmos, as formas de dançar e as letras das músicas são bastante semelhantes. O que varia são as ocasiões nas quais ele é celebrado. No Samba do Cacete são utilizados dois tambores grandes confeccionados pelos próprios quilombolas com troncos ocos de árvores e tendo em uma das extremidades um pedaço de couro amarrado com cipó. Em cada tambor sentam-se dois batedores, que são chamados de tamborineiros caceteiros . Eles ficam de costas um para o outro. Os tamborineiros batucam o couro com as mãos e os caceteiros batucam a parte de madeira chamada cacetes. Para dançar o Samba do Cacete , as mulheres utilizam saias longas e rodadas e os homens calças curtas. São os homens que normalmente tocam. As mulheres dançam e cantam. As mulheres dançam girando e vão se esquivando dos toques dos homens, que tentam alcançar seus pés descalços. As letras das músicas estão relacionadas ao cotidiano das comunidades e tratam de temas como o trabalho, a louvação aos santos, a natureza e o amor. Podem ser improvisadas ou tradicionais, sendo essas últimas transmitidas oralmente entre as gerações.

O Guia continuava a explicar os monumentos q eram avistados desde o barco, a chuva caiu... pesada e constante. O casal dançou bastante, com maestria. A cada ritmo trocavam as vestimentas, ela com roupas coloridas e bem sensuais, ele de calça pescador, com ou sem camisa. Eles dançaram muito bem, ao final venderam um CD dos ritmos dançados. Interessante. Infelizmente minha câmera ficou sem espaço para fotos... só admirei toda a vista, gestos, danças e ritmos; passeio recomendado. Voltamos pra casa no final do dia, em silêncio pelo ocorrido, mas contentes pelo q tínhamos conhecido. 

No dia seguinte fizemos uma caminhada desde a Cidade Velha até nosso Hotel. Saímos do hotel cedo, fomos comprar nosso bilhete para a viagem a Santarém e voltamos a pé... 9,3km. 
Em cada trecho da caminhada avistamos um monumento e parecia q aquele era o único meio de conhecê-los. 
Passamos pelo Theatro da Paz, fizemos uma visita guiada, subimos todos os andares, ouvimos dos guias muitas explicações e consideramos esse um monumento tão excepcional quanto o Teatro Amazonas. Inspirado no Teatro Scala, uma das mais famosas casas de ópera do mundo (em Milão, na Itália), o Theatro da Paz foi construído com o dinheiro advindo do Ciclo da Borracha e batizado em alusão ao fim da Guerra do Paraguai, em 1870. Destacam-se, na decoração, materiais e objetos trazidos da Europa, como o lustre e as estátuas de bronze francesas, o piso de pedras portuguesas e a escadaria em mármore italiano. Tem visitas guiadas, de hora em hora. 
Dali, caminhando passando pela Igreja do Círio de Nazaré. Chovia naquele momento, entramos na Igreja onde acontecia uma missa. Saímos para tirar algumas fotos, antes do final e a chuva já tinha parado um pouco. 
A pé, ambos de capa, seguimos até o Parque da Residência, onde hj funciona a Secretaria da Cultura foi a residência do Governador. Situada num grande jardim, com coreto, plantas exóticas e um orquidário reflete um cuidado extremo com casarões antigos. A caminhada se estende até a primeira Caixa d`Água da cidade, construída em... em frente ao Mercado de São Brás, situado distante do centro histórico da cidade, foi erguido durante época áurea do ciclo da borracha amazônica, a sua construção foi iniciada no dia 1º de Maio de 1910 e foi concluído em 21 de Maio de 1911. O Mercado foi construído em função da grande movimentação comercial gerada pela ferrovia Belém/Bragança. Como o ponto final do trem era em São Brás, com muitas pessoas embarcando e desembarcando ali, a área se tornou atrativa para a comercialização de produtos. O mercado foi projetado também para ampliar o abastecimento da cidade, que até então ficava concentrado apenas no mercado do Ver-o-Peso. Criado pelo arquiteto italiano Filinto Santoro, o mercado possui sua estrutura construída em ferro e mescla elementos do art nouveau e neoclássico, com detalhes escultóricos também em ferro e azulejos decorativos, onde há oficinas para reparo de antiguidades e móveis em madeira. O prédio sofre com a má conservação por parte do poder público, há sinais evidentes de deterioração do espaço, também é visível problemas como goteiras, infiltrações na parede e acúmulo de lixo em algumas partes do mercado. Apesar do intenso fluxo de pessoas, a área de entorno do prédio não possui segurança, com esse cenário se tornam frequentes os assaltos e furtos na Praça Floriano Peixoto que abriga o mercado. O mau estado de conservação da praça também afeta diretamente o mercado, pois praça é usada como abrigo por moradores de rua. Atualmente o Complexo de Feiras do São Brás ainda é importante para o abastecimento da capital paraense. Constituído por setores que incluem: feira, mercado de peixe e carne, artesanato, mercearia e praça de alimentação. A estrutura do mercado consiste em três pavilhões (naves), telhados de tijolos em forma de abóboda e decoração em mármore branco. O mercado possui 3.300 m quadrados onde há distribuídos 348 feiras e lojas. Em todo complexo há 549 permissionários. Além de frutas, verduras, carne, peixe e camarão, também é comercializado artesanato, ervas, artigos de umbanda, vestuário, móveis, sebo e o mais forte atualmente é a mercearia. Este empório comercial etá situado em um ponto estratégico, pois ocupa o ponto de confluência de importantes vias de Belém: Av. Almirante Barroso, José Bonifácio e Magalhães Barata, além de estar a pequena distancia do Terminal Rodoviário de Belém. Em frente ao edifício havia dois militares, observamos a estrutura externa, vimos por dentro como se apresentava e saímos. 
O Terminal Rodoviário, também espaçoso, cheio de lojas, passamos em frente e seguimos pois a tarde estava caindo. Dali até nosso Hotel andamos pela longa Avenida Almirante Barroso, q nessa hora estava com tráfego pesado. Bem, nossa chegada foi triunfal... apesar de estarmos dispostos, nossos pés e canelas doíam...kkkkkkkk
Fizemos uma visita ao Mangal das Garças, indo de ônibus urbano, desembarcamos bem próximo. É um parque construído numa área costeira do Rio Guamá, afluente do Guajará, no centro histórico da capital, abriga uma parte da Amazônia. O local é um parque ecológico revitalizado em 2005, ocupando uma área de 40 mil metros quadrados no entorno do Arsenal da Marinha. O ponto de partida do projeto foi a preservação de uma vegetação nativa chamada Aningal, mas o local abriga também outros pontos como o grande lago central, caminhos sinuosos, canteiros, áreas de estar e equipamentos de lazer, sendo que os lagos artificiais possuem aves pernaltas, marrecos e quelônios. Depois de um longo passeio, a dica é descansar sob as sombras que se formam nos recantos de caramanchões em madeira. 
Funciona de terça a domingo, o lugar oferece passeios monitorados, das 10h às 18h, por lugares como o Museu Amazônico da Navegação (R$2), o Farol de Belém (R$2), o Viveiro das Aningas (R$2), a Reserva José Márcio Ayres (R$2) e o Orquidário. Quem preferir, pode optar pelo passaporte, que dá direito a todo o roteiro por R$6,00. Idosos e crianças não pagam. Além disso, quem passa pelo Mangal conta com os serviços da loja de artesanatos e souvenirs Armazém do Tempo (das10h às 22h) e do restaurante de cardápio internacional Manjar das Garças (domingo, terça e quarta, das 12h à 0h; de quinta a sábado, das 12h às 3h). Por fim, há quiosques de lanches rápidos e comidas típicas, como o Café do Tempo, Quiosque Pai D´Égua e Quiosque Mãe D´Água. O estacionamento possui 107 vagas e é pago. Infelizmente minha câmera estava com a bateria vazia e esqueci-me de levar a outra. Temos apenas fotos da internet para ilustrar este item. A cereja deste lugar é a alimentação das garças q acontece 3 vezes ao dia às 11h, às 15h e às 17h. Uma atendente traz uma bacia de peixes cortados em pedaços pequenos e distribui para a ave principal, o Tuiuiú, ave símbolo do pantanal, tem uma envergadura de dois metros e meio. É uma cegonha q cuida muito bem dos filhotes. Enquanto um dos pais está procurando alimento para o resto da família, o outro fica no ninho cuidando da próxima geração. Ele é o mais barulhento de todos e se não for alimentado antes causa um rebuliço no Mangal. Logo em seguida, ela alimenta as mais de 200 garças que se aproximam do lugar, sempre nos horários exatos. Essas garças estão livres e voltam ali cada dia para receber alimentação. É um espetáculo majestoso, elas pousam no telhado do Orquidário e depois dão rasante na atendente, sem avançar na bacia, somente ela retira e os peixes e os atira para as garças... Há muitos observadores q preferem chegar lá nos horários da alimentação, para assistirem a esse espetáculo.

 O Jardim Botânico também é um espaço onde nos sentimos inteiramente na Floresta Amazônica. Ele está situado no bairro Campinas, considerado um dos pontos turísticos mais visitados de Belém, o Jardim Botânico da Amazônia Bosque Rodrigues Alves foi fundado pelo Barão de Marajó e possui um pedaço da Floresta Amazônica no centro urbano da capital paraense. O Bosque Rodrigues Alves ganhou status de Jardim Botânico em julho de 2002, com base na resolução 266 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Com a certificação, o Bosque entra na lista dos jardins brasileiros que integram a Botanic Gardens Conservation International (BGCI), rede mundial com 1.846 jardins em 148 países e mais de 4 milhões de coleções de plantas vivas. A conquista do título também facilita a captação de recursos nacionais e internacionais para o desenvolvimento de projetos científicos e de educação ambiental.
Entre as coleções estão mais de 80 mil espécies de plantas vasculares, principalmente orquídeas, cactos e outras suculentas, palmeiras, bulbosas, coníferas e árvores de regiões temperadas e espécies silvestres, especialmente as que estão ameaçadas, assim como milhares de espécies cultiváveis de importância econômica e seus correspondentes silvestres, como plantas frutíferas e medicinais. Além disso, jardins botânicos têm outras coleções valiosas, como herbários (espécimes preservadas) e bancos de sementes. No Brasil, país campeão da biodiversidade mundial - são mais de 50 mil espécies de plantas e 3 mil de peixes de água doce, a maioria na Amazônia - existem 26 jardins botânicos, distribuídos em 14 estados.Voltado para público de todas as idades, o Jardim Botânico tem uma extensão de 150 mil metros quadrados, possui um viveiro de pássaros e abriga diversos animais em extinção (criando programas de preservação ambiental das espécies ameaçadas). A calçada do seu entorno é usada pela população como área de caminhada no cair das tardes, sempre bem frequentada, por todas as idades. A pista é toda iluminada, oferece condições e segurança a todos q se aventuram a trilhar seus  2.400 m diariamente.


UM POUCO DA HISTÓRIA DE BELÉM DO PARÁ:
A floresta abraça Belém do Pará, que lhe convida a passear pelos túneis verdes que fazem de Belém a Cidade das Mangueiras, com mostras da arquitetura setecentista mesclada com o barroco jesuítico do século XVII.
Belém é uma capital rica em cores, cheiros e sabores, que podem ser percebidos em cada esquina; na gastronomia, nas mangas que caem, no folclore, nos sorvetes de frutas regionais...
A cidade foi fundada em 12 de janeiro de 1616, quando foi construído o Forte do Presépio, um dos lugares que você não pode deixar de visitar.
No segundo domingo de outubro acontece o Círio de Nazaré, maior procissão católica do Brasil. É um final de semana muito festivo, Belém recebe milhões de fiéis que vêm de todos os lugares do país.

Pontos Altos:
Passeio de barco pela orla no fim da tarde, Estação das Docas, Cidade Velha/Setor Histórico com seus monumentos, Ver-o-Peso (com muuuuuiiiito cuidado), viagem de barco a Macapá (ainda vou fazer), viagem de barco a Santarém (exceto no Liberty Star), Theatro da Paz, Artesanato Marajoara, Mangal das Garças, Museu Emilio Goeldi (não entramos), Jardim Botânico, Delícias típicas: camarão seco, peixes de água doce, tacacá, tucupi, ervas, temperos, molhos essências e artesanato. 

 Embarcaríamos no Liberty Star dia 16/jan às 16h num deck situado no Rio Guamá, afluente do Guajará, distante do centro, de Belém a Santarém. Chegamos de táxi, o local era sinistro... Entramos no barco, nos identificamos e recebemos nossa chave da suíte 21 (R$ 300,00/pessoa) para 2 dias e meio de viagem até Santarém (PA), preço sem alimentação. Levamos água, biscoito, leite integral, refrigerante, frutas. Mesmo assim almoçamos no barco dois dias, R$ 15,00/dia/pessoa. A viagem saiu com atraso de 6h, eram 21h do dia 16/jan quando zarpamos pelo Rio Guamá, depois o Guajará rumo a Breves (Ilha de Marajó). No 2º dia uma disenteria foi fulminante para quase todos os passageiros... não sabemos a razão, mas no 3º dia ninguém almoçou, comemos frutas, biscoitos, água mineral... ECA!!!! 
As paradas seguintes foram Gurupá, Almeirim, Prainha, Monte Alegre e Santarém. Chegamos 3 dias depois, dia 19/jan, após às 23h... ôôô, viagem maluca!!! 
Aqui vou incluir um comentário do meu companheiro de aventuras, Lenio Fregapani, q descreve um acontecimento surreal antes do nosso desembarque (assim q ele editar).

 Desembarcamos em Santarém  e fomos direto para o Hotel Tapajós Center (R$ 170 diária casal, com café da manhã), em frente ao Rio Tapajós. Fomos alojados num quarto que não tinha janela...pode???? Desci e falei com o rapaz da portaria. Ele me prometeu trocar e no mesmo dia fomos para outro andar, apartamento com janela, claro!!! O dia seguinte com um belo céu azul, acordamos cedinho e fomos desbravar essa importante cidade tapajoara.
Recebemos um mapa na portaria do Hotel e saímos em busca do Mercado de Peixes e o Mercado Municipal. Santarém, também chamada Pérola do Tapajós nasceu de uma antiga aldeia dos índios Tapajós, é hj a terceira maior cidade do Pará. Apesar do desenvolvimento, não perdeu os costumes e as tradições graças à localização privilegiada - na confluência dos Rios Tapajós e Amazonas.

Toda a biodiversidade da Amazônia pode ser encontrada nos arredores da cidade. São áreas de floresta tropical, igapós e cerrado, além do encontro das águas azuis do rio Tapajós com as águas barrentas do Amazonas. Os rios correm lado a lado por vários quilômetros, sem se misturar e podem ser vistos do Mirante de Santarém. Também formam belas praias e ilhotas de areias clarinhas, como a Praia Grande em Alter do Chão, cartão postal da região.
Os passeios de barco são as maneiras mais interessantes de apreciar as paisagens, sempre coloridas pelas garças, tucanos, araras, papagaios... Um dos tours mais concorridos é o q leva ao Lago Maicá, um berçário natural de peixes amazônicos, frequentado também por uma infinidade de pássaros e répteis. O local é procurado para observação de aves e animais, especialmente no inicio da manhã ou final da tarde.
Criativo e variado, o artesanato de Santarém segue as tradições da cultura tapajônica. Os belos trabalhos em cerâmica são encontrados nas lojinhas de artesanato, onde dividem a atenção com roupas e acessórios de fibras naturais. Para saborear as frutas típicas, visite o Mercado Municipal.
Mercado Municipal: Belo visual e aroma de frutas frescas<br>
Mercado Municipal: Belo visual e aroma de frutas frescas
Pontos Altos: Grande Hotel Tapajós, Mercado de Peixes, Mercado Municipal, Mirante, Passarela do Tapajós, Feirinha da Praça da Matriz, Catedral, Teatro, Zoológico, Loja de Artesanato..., Restaurante Vai na Bóia mas apelidamos de Barraca do Indio Véio, Barraca da Rita Macaxeira, Porto Fluvial de Santarém, frutas da região (o abacaxi da foto é o mais delicioso q já degustei), castanha do Pará, castanha  de sapucaia.





Deixamos um dia inteiro para visitar Alter do Chão. Saímos cedo, de ônibus urbano, em 1h de viagem. O dia estava nublado, então seguimos sem preocupação com o sol. Não levamos roupa de banho porque o dia parecia emburrado. Chegamos lá e descemos umas 3 quadras da orla do rio. Ali o Tapajós era ainda mais limpo, suas águas pareciam mesmo bem azuis.O visual é um dos mais belos, de onde chegamos avistamos o outro lado, uma península com areias branquinhas, muitas catraias (barcos de madeira) q fazem a travessia, pessoas caminhando à beira do rio, barracas ao longo dessa praia de água doce. O céu estava limpando, o sol apareceu e resolvemos usar o serviço dos "catraeiros" para atravessar até a outra margem. Em 3 min estávamos lá, muito rápido, R$ 2,50/pessoa, ida e volta. A água convida, é limpa, com peixinhos e morna.Tiramos fotos e almoçamos, voltamos no final da tarde. Ali muitos catraeiros convidam aos passeios às praias próximas: Ponta das Pedras, Maracanã, Pajuçara, Juá, Carapanari, Ararirá, Ponta do Curucu e Lago Maicá. 
A cidade possui várias pousadas pois anualmente, em setembro, acontece um evento: Festa do Sairé e o local chega a ter 1 milhão de pessoas. Nessa época, os 100 catraeiros são convocados para fazerem a travessia, muita gente vai das cidades vizinhas pois  as pousadas não comportam todos. A Festa do Sairé acontece durante todo o mês de setembro.
Visitamos também o Zoológico de Santarém. Ele está incrustado numa reserva aberta, onde há ribeirinhos e moradores próximos. Lá é mantido um berçário para peixes-boi, onde tivemos uma aula com o veterinário responsável, também permanece em quarentena ali uma onça que foi resgatada por estar doente e vai ser devolvida à selva. O veterinário não permite visitas pois esses animais não podem estar em convivência com os humanos para não perderem suas características selvagens. Também vimos um casal de leopardos, macacos-aranha, jabutis, arara azul e tucanos, cobras sucuri, entre outros. O passeio vale a pena, infelizmente não há infra estrutura suficiente para dizer q lá é um zoológico, é mais uma reserva onde os animais são alimentados e ficam por um certo tempo para serem visitados. Fomos e voltamos de taxi, não há outro modo pra visitar em segurança.


De Santarém, voltamos a Belém para iniciar nossa volta à casa. Ainda em Belém fomos até o Jardim Botânico da Amazônia Bosque Rodrigues Alves, já descrito acima. Retornamos passando pelos aeroportos de Brasília e S.Paulo, antes da chegada em Curitiba. Foi um belo passeio, todos devem conhecer!!!!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

TOP TEN: USA - CANADA - MEXICO - HONDURAS (OUT 2014)




     Em Maio/2014 quando iniciei as pesquisas sobre um possível roteiro para New York City não imaginava estendê-lo para outras cidades e até outros países; foi após a leitura de muitos blogs de viagem que decidi não ficar somente com um destino. Assim q estabelecemos o tempo disponível pudemos reservar (eu e Lenio) o cruzeiro de 5 dias, indo a Roatan (Honduras) e Cozumel (México), conosco também foi a amiga capixaba Joselina Dutra que nos acompanhou em cada passo com intenso vigor. A partir do cruzeiro fomos idealizando os demais destinos. A viagem durante Set e Out/2014, merece destaque no "TOP TEN" por onde passamos. Não estão em ordem de preferência, apenas os dez mais recomendados. 
Nosso voo foi S.P./Atlanta/Miami e Atlanta/Miami/Atlanta/S.P.; aí vale informar que em Atlanta  tivemos um pernoite, na volta


TOP TEN ATLANTA - GA - USA:
1- Aeroporto:  Atendendo a mais de 90 milhões de passageiros anualmente, o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta (ATL) é o aeroporto mais movimentado do mundo, serve de hub principal para as empresas Delta Airlines e Southwest Airlines. Na parte doméstica há um monorail que movimenta os passageiros entre os concurses A, B, C e D. Para viagens internacionais partindo de Atlanta, a maioria dos voos da Delta saem do novo Terminal Internacional Maynard H.Jackson Jr., composto pelos saguões E e F. O monorail não possui condutor, é dirigido por câmeras e automaticamente para em cada concurse levando e trazendo os passageiros. Foi uma novidade pra nós; ah, também não há assentos e é muito rápido.
2-  Metro em Atlanta: MARTA - Metropolitan Atlanta Rapid Transit Authorit, um dos mais impressionantes meios de transportes que utilizamos, tanto na rapidez, no conforto, na segurança, na qualidade dos atendentes, no preço, no traçado, permitindo excelente visualização dos locais por onde passa. Foi lançado em 1979/jun/30. Tem comprimento total de 79.2 km de rede, 38 estações e 4 linhas.
Conforto e segurança à toda prova.

Impecável MARTA



3- HOLIDAY INN EXPRESS Atlanta Airport - College Park: O Hotel está localizado próximo ao Aeroporto em Atlanta e oferece translado de e para, como cortesia, distancia de 0,8 km/0,5 mi, em 5 minutos. O Hotel oferece café da manhã, entre outras amenidades, piscina, tv a cabo, internet em todos os apartamentos, banheira, cozinha com cafeteira e máquina de chá, por usd 40 a diária. Especial: todos os quartos são para não fumantes. Simplesmente adorável!!!!

excelente localização e serviços

Cortesia do Holiday Inn Express
 
4-  Waffle House - 116 Andrew Young International Blvd NW, servem vários lanches entre eles o melhor Waffle de Atlanta. Pedimos um lanche e a atendente foi muito gentil, queria saber de onde éramos, atendeu ao Lenio e à Joselina de forma especial. Percebemos que havia muitos atendentes, poucos clientes, porém nos foi dito q o lugar sempre está com movimento. Nota dez em tudo.

5 - Centennial Olympic Park - é um extenso parque público (85000 m²) localizado no centro de Atlanta, Georgia. Pertence e é operado pela Georgia World Congress Center Authority.
O parque foi construído pelo Comitê de Atlanta para os Jogos Olímpicos (ACOG), como parte das melhorias de infra-estrutura para  os Jogos Olímpicos de Verão de 1996. Billy Payne,  executivo-chefe da ACOG, concebeu-o tanto para uso durante as Olimpíadas, como para o futuro de Atlanta. O local possui monumentos, estátuas homenageando os atletas participantes das Olimpíadas de 1996, a Fonte dos Anéis (ao lado), entre os mais famosos e a enorme calçada onde em cada tijolinho está gravado o nome dos participante dessa Olimpíada.


monumento aos atletas olímpicos

vista do parque

Calçada com o nome dos atletas












Outra calçada - tijolinhos gravados com os nomes dos atletas.


6- GEORGIA AQUARIUM:ou Aquário da Geórgia é dito ser o maior aquário do mundo, com mais de trinta mil metros cúbicos (30 milhões de litros) de água doce e salgada, hj existe outro em Dubai. Foi financiado principalmente com uma doação de 250 milhões de dólares de Bernie Marcus, o fundador da  Home Depot e construído em um terreno de 8,1 hectares ao norte do Centennial Olympic Park, no centro da cidade. O acesso ao público em geral aconteceu no dia  23 de novembro de 2005.
Conta com mais de 100 mil animais, talvez 120 mil, de 500 espécies diferentes, a maioria vinda de Taiwan e entre elas diferentes espécies de peixes, focas, pinguins, moluscos, estrelas do mar, cavalos marinhos, águas vivas... Um dos destaques é o River Scout, local onde se encontram diversas espécies de peixes amazônicos, dentre eles pirarucus, pacus, tambaquis, peixes elétricos, o famoso pintado,  entre outros.
esteira rolante
Mas a maior e mais procurada atração do Aquário da Geórgia é o Ocean Voyager, que apresenta perto de 65 mil peixes em um tanque de quase 20 milhões de litros d'água, protegidos por uma parede de acrílico de meio metro. Além de contar com várias espécies, como garoupas, tubarões e arraias, o tanque ainda possui dois tubarões baleia (Whale Shark) e duas baleias brancas.
Além desses, apresenta tanques interativos, nos quais os visitantes podem tocar em estrelas do mar, camarões, arraias e tubarões, entre outras espécies. No salão dos pinguins há um túnel onde se pode agachar e entrar para ficar entre os pinguins, sobre uma redoma, muito sugestivo para fotos.

 túnel onde uma esteira rolante dirige os visitantes
para entrar ali, tive q me agachar e depois ficar em pé... 

ali está o Whale Shark

Tanque onde podemos tocar nas estrelas do mar, camarões, etc...


















7 - O MUNDO DA COCA COLA:

Prédio do Museu da Coca Cola
 Outra atração em Atlanta é o Museu da Coca Cola pois essa marca origina-se de lá. Caprichosamente foi construído um Museu num prédio moderno nas imediações do Centennial Olympic Park e ali estão o Museu e uma Loja dos Produtos que a Coca Cola lança anualmente. O complexo chama-se O MUNDO DA COCA COLA e está aberto diariamente para visitação. Não entramos no Museu, mas nele tem várias máquinas com os líquidos que a empresa produz, a maioria são labels adquiridos, outros criados pela própria Coca Cola. Visitei um blog q trazia as fotos das máquinas com os produtos, veja no link:

http://pousoautorizado.files.wordpress.com/2012/12/2012-07-08-11-08-46.jpg?w=300&h=224

lojinha Coca Cola
    A Coca-Cola Store fica ao lado do Museu, tem entrada discreta porém lá dentro se multiplica em salões e artigos incontáveis com os emblemas da empresa. A gente para em todos os stands para ver a criatividade do setor de Marketing... de altíssimo nível. Os produtos tem qualidade, não são canetas ou estojos descartáveis, mas produtos com resistência suficiente para durar muitos anos. Fiquei encantada com uma calça comprida de um tecido confortável... fecho os olhos e ela está aqui na minha frente... mas, eu não a peguei. Pensei demais... isso não é bom. Enfim, voltarei lá pra ver se ainda encontro uma dessas...




Coca Cola Life
 Essa garrafinha é o mais novo lançamento da Coca, ela é mais leve, LIFE, com calorias reduzidas, adoçada com xarope de cana. O sabor é parecido com a Zero, mas achei-a mais doce e com maior concentração gasosa. Há produtos de todos os tipos:  bottons, camisetas, scarfs, calças, jaquetas, bonés, agendas, blocos, canetas, estojos, cadernos, canecas, objetos de decoração, utilidades para o lar como talheres, copos, pratos,  quadros..... incontáveis, com muita qualidade.
Produtos diversos com qualidade  e a  marca COCA COLA.

8 - A ESTÁTUA DE JOHN S. PEMBERTON: Na entrada do jardim do Museu percebi uma estátua e fiquei feliz pois era de quem eu esperava: John S. Pemberton, inventor da fórmula da Coca Cola, história que reproduzo aqui, em inglês, para ser bem original:
Dr. Pemberton`s Hottest Invention
The date was May 8, 1886, In Atlanta Georgia, John Pemberton, a pharmacist known as "Dr. Pemberton" was busy in his backyard.
Pemberton has already invented "French Wine Coca - The ideal Nerve Tonic, Health Restorer and Stimulant" and " Dr. Pemberton`s Lemon and Orange Elixir". Now he was trying to find the right receipe for a new invention.
Using a boat oar to stir the mixture, Pemberton cooked it up in a very large iron pot heated over an open fire. When he finished, he was certain he had found a new medicine to relieve headaches.
Some days before, Pemberton had arranged to show his new medicine to the Jacobs Pharmacy. Happy about the results, Pemberton instructed Venable, his assistant, to mix water and chill it with ice, The two men tasted ie and agreed it was delicious. But when Venable mixed another glass, he accidentally added carbonated water instead of plain water.
Pemberton tasted the new mixture. It was so good that he decided to sell the beverage not as a headache remedy, but as a soft drink. The beverage contained coca leaves and cola nuts, and so Pemberton named it Coca-Cola.
In 1886 Coca-Cola sold only about nene bottles a day. Pemberton was so unhappy about low sales that he sold his rights a few years after. But within 40 years, Pemberton`s headache remedy had become big business and the most popular soft drink in the world. Today people in more than 160 countries drink about 400 million bottles of the soft drink every year.
Sempre trabalho esse texto com os alunos. Se um dia algum deles for lá vai se lembrar...
Me and Mr. Pemberton

Imperdível!!!

In honor of J.S.Pemberton



















9 - THE SOUTHERN HOSPITALITY:
Felizmente fomos muito bem tratados em todas as paradas que fizemos. Brasileiros são bem vindos, mesmo sem saber falar o inglês que por sinal, nada tem com o inglês que aprendemos nas escolas aqui no Brasil... Os americanos abraçam todos os amantes do seu país; quem viaja para lá é contagiado pela organização, segurança, política, ética, tudo que eles professam e vivem funciona de verdade!!!! Nem nos conformamos como nosso país caminha de forma tão errada...
Falo especialmente da hospitalidade sulista, neste item pois na oportunidade q ficamos em Atlanta  foi o lado americano  que mais marcou em nós...Desde uma pequena explicação de trajeto até  orientação no MARTA, ou o serviço de atendimento na lanchonete Waffle House, tentando falar e entender meus amigos em português, foram as formas mais sensacionais de acolher um turista. Parabéns ATLANTA!!!! Congratulations USA!!!!

10 - SHOPPINGS AND OUTLETS: Em Atlanta existem alguns Shoppings e Outlets famosos com preços competitivos, infelizmente não estivemos em nenhum deles, mas voltarei para conferir tudo isto q copiei do Blog abaixo:
 http://www.aprendizdeviajante.com/index.php/2014/01/13/compras-em-atlanta-outlets-e-shoppings/

Atlanta é uma cidade ainda pouco visitada por brasileiros, mas com muitas companhias aéreas fazendo escala na cidade, acredito que isso vai mudar aos poucos. A cidade é uma das mais importantes da região Sul do Estados Unidos e tem muito a oferecer a seus visitantes. No quesito compras, a região de Atlanta tem dois grandes outlets há mais ou menos 45 minutos da cidade, um shopping misto com lojas normais e lojas outlet, dois shoppings muito bons e grandes, no padrão shoppings chiques brasileiros, e um shopping de luxo.
Outlets: North Georgia Premium Outlets; Tanger Outlets
Shoppings: Lenox Square, Phipps Plaza; Perimeter Mall; Sugarloaf Mills (ex-Discovery Mills)

 North Georgia Premium Outlets

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North Georgia Premium – Foto: Divulgação
O North Georgia Premium Outlets, ao norte de Atlanta, é da mesma família do Woodbury Common Outlets em NY e outros tantos Premium Outlets pelos Estados Unidos a fora. Ele tem aquele formato de vários blocos de lojas e uma praça de alimentação razoável. Com mais de 140 lojas e muitas das marcas caras e famosas, acho que essa é a melhor opção para quem está atrás das marcas famosas. Algumas das lojas mais conhecidas e que estão no North Georgia Premium Outlets são: Burberry, Coach, Cole Haan, Elie Tahari, Gap, Hugo Boss, Kate Spade New York, Michael Kors, Nike, Polo Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, Adidas, Nike, Calvin Klein, Lacoste, Puma, Reebok, Samsonite, Tumi.
Endereço: 800 Highway 400 South – Dawsonville, GA 30534
Websitehttp://www.premiumoutlets.com/outlets/outlet.asp?id=16

Tanger Outlets

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Tanger Outlets – Foto: Divulgação
Localizado ao Sul de Atlanta, o Tanger Outlets é uma boa opção para que não é tão ligado às marcas mais caras e famosas. Algumas de suas lojas são: Banana Repulic, Coach, Polo Ralph Lauren, Gap, Nike, Tommy Hilfiger. Apesar de não ter uma praça de alimentação, há restaurantes nas redondezas. O formato desse outlet é bem diferente dos outros outlets em que já estive: todas as lojas ficam lado a lado, viradas para o estacionamento. O Tanger Outlets oferece Wi-Fi grátis para seus clientes.
Endereço: 1000 Tanger Drive – Locust Grove, GA 30248
Websitehttp://www.tangeroutlet.com/locustgrove

Sugarloaf Mills

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Sugarloaf Mills – Foto: Divulgação
Sugarloaf Mills, da rede Simon Malls, cujo nome até pouco tempo era Discovery Mills é um shopping mais no estilo dos shoppings brasileiros, fechado e climatizado, mas com um misto lojas normais e lojas outlet. Acredito que a maior atração desse shopping seja o Medieval Times. Esse shopping possui também um cinema AMC. Algumas das lojas nesse shopping são: Adidas, Bose, Disney, Finish Line e Foot Locker, Forever 21, Guess, Neiman Marcus Last Call, Lego, Levi’s, Samsonite, Sanrio, Tommy Hilfiger. Wi-Fi gratuito para clientes.
Endereço: 5900 Sugarloaf Pkwy – Lawrenceville, GA 30043-7848
Websitehttp://www.simon.com/mall/sugarloaf-mills

Lenox Square

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Lenox Square Foto: Divulgação
O Lenox Square, localizado em Buckhead, o bairro chique de Atlanta, é um shopping bem no estilo dos shoppings das grandes cidades brasileiras, fechado e climatizado. O que impressiona nesse shopping é que ele recebe bastante luz natural pelo teto quase todo de vidro. A praça de alimentação é bem fraca, mas há muitos restaurantes em volta. Esse shopping tem lojas básicas que tem em quase todo shopping Americano e também algumas lojas de luxo: Macy’s, Abercrombie and Fitch, Anthropologie, Apple, Armani Exchange, Forever 21, Gap, Guess, Kate Spade, Lacoste, MAC, Micheal Kors, Microsoft, Nike, Ralph Lauren, Sephora, Zara, Burberry, Luis Vuitton, Bulgari, Cartier, Coach, Fendi, Prada, Salvatore Ferragamo. Como outros shoppings da rede Simon Mall, o Lenox Square oferece Wi-Fi grátis para seus clientes. Há várias lojas grandes por perto desse shopping, como Target, Bed Bath and Beyond, Toys’r’Us etc., portanto essa é uma boa vizinhança para compras.
Endereço: 3393 Peachtree Rd NE – Atlanta, GA 30326-1117
Websitehttp://www.simon.com/mall/lenox-square

Phipps Plaza

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Phipps Plaza Foto: Divulgação
O Phipps Plaza, outro shopping da rede Simon Malls, é o shopping de luxo da cidade. Ele fica do outro lado da rua do Lenox Square. Você pode tranquilamente estacionar em um e andar até o outro. As lojas são caras e famosas. Há poucas opções de restaurante, mas, como o Lennox Square, tem restaurantes em volta. Algumas lojas: Giorgio Armani, Gucci, Jimmy Choo, Nordstrom, Sak’s, Tiffany, Tori Burch, Valentino, Versace. Nesse shopping está a Legoland, espécie de parque de diversões para crianças da Lego. O Phipps Plaza também tem salas de cinema AMC e oferece Wi-Fi gratuito para clientes.
Endereço: 3500 Peachtree Rd NE – Atlanta, GA 30326-1222
Websitehttp://www.simon.com/mall/phipps-plaza

Perimeter Mall

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Perimeter Mall Foto: Divulgação
O Perimeter Mall fica um pouco mais afastado do centro da cidade, e talvez por isso esteja quase sempre mais vazio (ou menos cheio) que o Lenox Square. Esse shopping tem todas aquelas lojas básicas de um shopping Americano, entre elas, Macy’s, Nordstrom, Abercrombie and Fitch, Anthropologie, Banana Republic, Coach, Dillard’s, Disney, Gap, Guess, Lacoste, MAC, Macy’s, Micheal Kors, Sephora, Zara, Apple. A praça de alimentação, também não é uma maravilhas, mas esse shopping tem grandes os restaurantes que ficam fora da praça como Maggiano’s, Cheesecake Factory e The Capital Grille. Vale também dizer que grandes lojas como Best Buy, Marshalls, Bed Bath and Beyond e Target ficam por perto desse shopping, fazendo com que essa seja uma boa região para compras.
Endereço: 4400 Ashford Dunwoody Road, Suite 1360 – Atlanta, Georgia 30346
Website: http://www.perimetermall.com


EXTRA: FILMES COM LOCAÇÃO EM ATLANTA:
Copia do Blog do Eduardo:  www.pousoautorizado.wordpress.com

 1. E O Vento Levou – o filme mais famoso de todos os tempos (durante muitas décadas) se passou em Atlanta. Uma Atlanta que já não existe mais, mas que sem dúvida nenhuma passa algo mágico através de Scarlet O´Hara…
2. O que esperar quando se está esperando – filme baseado no famoso livro mostra muito bem o Piedmont Park e traz Rodrigo Santoro como um dos protagonistas. Um filme bem divertido e que mostra vários cantos bacanas de Atlanta.
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-193517/
3. Um sonho possível – filme com Sandra Bullock baseado na história real do  jovem negro vindo de um lar destruído, que é ajudado por uma família branca que acredita em seu potencial. As cenas na escola se passam no colégio que meu irmão estudou: Atlanta International School.
http://www.cineclick.com.br/index.php/filmes/ficha/nomefilme/um-sonho-possivel/id/16160
4. Eu Queria ter a sua vida – uma comédia que mostra diferentes locais de Atlanta: bares, mansões por Buckhead. Dois amigos trocam de vidas por um tempo: um é casado, pai de família, o outro solteirão convicto.
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-178909/trailer-19232447/
5. Juntos pelo acaso – mais uma comédia que se passa por Atlanta: Buckhead e Midtown. Um casal morre num acidente de carro e deixa a filha para um casal de amigos que se odeiam.
http://www.cineclick.com.br/criticas/ficha/filme/juntos-pelo-acaso/id/2571

Será que já despertou uma curiosidade de conhecer Hotlant? (é assim q os americanos a chamam, quando ouvi pela primeira vez foi  na fila do Megabus, em Orlando. Uma senhora me perguntou: Ar`y goin to Hotlant??) Eu pensei q ela nem estava falando comigo....rsrsrsrsrsrsrs
Boarding cards

TOP TEN MIAMI - FL - USA:
De Atlanta - GA, depois de aguardar duas horas no Concurse B, Gate 21, seguimos a Miami.
O voo foi rápido e da janela pude observar os vários lagos que a região da Flórida possui. Logo em seguida a rota seguiu pelo litoral, de Fort Lauderdale a Miami, aterrissamos no Miami International Airport (MIA). Seguimos pelos corredores até o Baggage Claim e de lá, procuramos um shuttle que nos levou diretamente ao Miami Hostel em South Beach. Felizmente havia mais dois passageiros para o mesmo Hostel. Pagamos usd 10/pessoa e desembarcamos na 9th com a Washington Ave, Miami Beach.


1 - MIAMI INTERNATIONAL AIRPORT (MIA):
Assim como os demais aeroportos americanos esse também é imenso, possui os Concurses, nós chegamos pela Delta Airlines, no Concurse H. No final da viagem voltamos  de Atlanta pela American Airlines no Concurse D e tivemos q seguir até o Concurse H para embarcarmos na Delta Airlines novamente e voltar pra casa...UFA!!!! O Aeroporto ainda oferece muitas lojas com produtos simples, preços pouco maiores que as lojas de Miami Beach. Como já tínhamos feito nossas compras foi só para banhar os olhos... A Duty Free na verdade é apenas mais uma loja com produtos de marca.
 Vejam no mapa ao lado, demos a volta no aeroporto...
O que é impressionante: tudo muito funcional (fácil e rápido), MESMO!!!!!!
Trânsito indo para Miami Beach



Vista Parcial de Miami Downtown












2 - COLLINS AVE.:
 Como já comentei ficamos no Miami International Hostel na 9th. Street com a Washington Ave. O endereço é muito próximo da Ocean Drive e da Collins Ave, duas vias famosas. A Collins Ave. é a rua onde encontramos os mais famosos edifícios em Art Déco de Miami, Hotéis, Restaurantes, Lojas de marcas famosas, num grande Shopping fora de Outlets e Malls. O Collins Avenue Shopping District—centro de compras da Collins—oferece a seus frequentadores uma experiência requintada e internacional, a apenas uma quadra da praia e da Ocean Drive, entre as ruas 5 e 10 com mais de 30 lojas de griffe: Armani, Keneth Cole, Polo Sport, Tommy Hilfiger, Guess, Sephora, Nicole Miller e Intermix. No 9700, Collins Ave, encontra-se o Bal Harbour Shops que reúne uma inusitada coleção de boutiques e restaurantes de renome em um ambiente tropical ajardinado. Nesta meca da moda encontramos: Giorgio Armani, Bulgari, Chanel, Cartier, Escada, Dolce & Gabbana, Gucci, Hermes, Louis Vuitton, Prada, Pratesi, Max Mara, Roberto Cavalli, Salvatore Ferragamo, Van Cleef & Arpels, e as lojas âncoras Neiman Marcus e Saks Fifth Avenue. Passamos por ela várias vezes em diversos pontos, com o ônibus turístico e à pé, quando caminhamos à noite. Nossa meta não eram compras, mas quem resiste????

3 - BIG BUS MIAMI/DUCK TOURS:
Em nosso primeiro dia caminhamos em direção ao norte, reconhecendo o local. Encontramos um pequeno mercado, farmácia, lojinhas e então seguimos em direção à praia. O dia estava nublado, mas agradável. Atravessamos a Collins Ave. e bem em frente encontramos um Tourist Office, com folders e um atendimento latino-americano. Com tudo acertado para o dia seguinte, continuamos nossa caminhada. O BIG BUS TOURS MIAMI é o mais antigo serviço turístico e um dos mais eficientes. Os demais não tem frequência. Este permite passeio de até dois dias por usd 39, com duas rotas Cidade/Praias, em 3h de tour, diariamente a partir das 9h às 17h30, a cada 30m.

Rota das Praias: Explore the fantastic views of the Miami skyline. The open top bus provides an excellent platform as you pass the classic Art Deco buildings and drive along the famous Ocean Drive and South Beach. With over 13 stops along the way, you will be able to hop-off to enjoy your favorite past time whether it be shopping along the pedestrian only street of Lincoln Road, catching some sun on one of the most famous beaches in the world, or perhaps enjoying a margarita from one of many local establishments along Ocean Drive.

Places of interest: Biscayne Bay, Star Island, South Beach, Ocean Drive, Lincoln Road, Fontainebleau Hotel, Holocaust Memorial Museum, Española Way, Freedom Tower and many more places.

Rota da Cidade: Travel through the high-rise business district of downtown Miami and along Biscayne Bay with stops at Viscaya Museum and the Science Museum before making your way to Coconut Grove. Once known as a Bohemian village and home to a number of popular festivals, the Grove was a haven for artists, writers and radicals, and still retains its zany charm and energy. Then wind through beautiful Coral Gables where million dollar mansions sit in lush green gardens and continue through Little Havana: the Caribbean district famous for its Cuban cafes and domino players. On the Big Bus City Loop you’ll see a complete spectrum of Miami with areas rich in money and rich in culture.

Places of interest: Downtown, Bayside Market place, Bay Front Park, Brickell Ave, Viscaya & Science Museum, Coconut Grove, Coral Gables and the famous Little Havana.

Duck Tours - O passeio do Duck Tours é em um veículo anfíbio, sai de hora em hora da Lincoln Road passa pelos principais pontos de South Beach e custa cerca de $30. O mais interessante é que o ônibus "vira" um barco e também faz um passeio beirando as ilhas dos arredores da cidade, que possuem grandes mansões. O grande inconveniente é q os tourguides só falam inglês, quem não está familiarizado com a língua fica literalmente boiando...



4 - SHOPPINGS/OUTLETS - Bayside Marketplace. Os Shoppings são uma atração à  parte em Miami, há quem viaje pra lá somente para fazer compras. Eu imaginava a cidade como um Paraguay fashion, com lojas por todas as partes, organizadas e limpas, porém... não vi nada disso. Elas existem mas povoam as grandes redes de Malls distribuídas pela cidade. O primeiro Shopping q conhecemos foi o Bayside Marketplace, local onde o Big Bus faz uma parada estratégica. Os Outlets mais famosos de Miami:

 Dolphin Mall: Dolphin é um dos shoppings mais conhecidos do destino. Em uma gigantesca infraestrutura, estão reunidos mais de 200 estabelecimentos, entre lojas, restaurantes e cafés. As vitrines são, na verdade, chamarizes para os turistas que querem adquirir as melhores roupas, os melhores calçados e eletrônicos de diversas marcas, sem falar na praça de entretenimento, que inclui cinemas e parques convidativos para toda a família. Endereço: 11401 N.W. 12th Street, Miami, FL 33172
 
The Falls: Uma galeria a céu aberto erguida em uma simpática construção que tem tudo a ver com o clima tropical de Miami. Mais de 100 lojas oferecem o que há de melhor em marcas sofisticadas, com preço acessível. Ideal para passear também, o shopping conta com praça de alimentação e de recreação. Endereço: 8888 SW 136 ST, Miami, FL 33176-5883
Dadeland Mall: menor das opções aqui listadas, este shopping conta com 140 lojas. Por ser menos conhecido ou divulgado entre os turistas, o ambiente é bastante tranquilo deixando as compras ainda mais agradáveis, principalmente para quem quer fugir de lugares tumultuados. Endereço: 7535 N Kendall Dr., Miami, FL 33156-7704

CocoWalk: também a céu aberto, o CocoWalk é, na verdade, um convite para uma tarde de passeios turísticos. Com diversas lojas, cinemas, galerias de arte, cafés, restaurantes e casas noturnas, o local deve fazer parte da programação de qualquer visitante que queira aliar compras a uma tarde ou dia típico para turistas. Endereço: 3015 Grand Ave. Coconut Grove, FL 33133

Miracle Mile: em um lugar agradável, fazer compras pode ser ainda mais divertido. O charme do Miracle fica por conta das diversas butiques, que não deixam a desejar se comparadas às mais de 300 lojas do local. Endereço: 220 Miracle Mile #234, Miami, FL 33134
Bayside Marketplace: no centro de Miami, suas 300 lojas são garantia de preços acessíveis. Além das 180 marcas encontradas neste shopping, o local traz opções de gastronomia, como cafés e restaurantes, bem como de entretenimento, com destaque para os passeios aquáticos. Endereço: 401 Biscayne Blvd., R106 Miami, Florida 33132-1924

Lincoln Road: com um aspecto bastante acolhedor, lembrando uma imensa feira, a avenida Lincoln é exclusiva para pedestres que, enquanto caminham, podem conferir uma grande variedade de lojas, cujas vitrines expõem artigos para as mais diferentes finalidades. O destaque principal fica por conta dos brechós e butiques, que vendem verdadeiras relíquias, assim como para as galerias de arte, onde é possível encontrar telas e objetos decorativos, com valores bastante variados. Endereço: Lincoln Rd, Miami Beach, FL 33139

Bal Harbour Shops: luxo e sofisticação são os termos exatos para definir o Bal Harbour. Suas 100 lojas reunidas em uma galeria a céu aberto vendem o que há de melhor entre as grifes mais conhecidas do mundo, como Dior e Emilio Pucci. Endereço: 9700 Collins Ave. Bal Harbour, FL 33154
Aventura Mall: com preços mais altos, um dos mais bonitos shoppings de Miami faz valer o passeio, graças à beleza do local. Também ultrapassando o número de 300 lojas, este centro de compras exige um dia completo e muita disposição do turistas, já que caminhar entre suas vitrines é uma atração turística por si só. Roupas, cosméticos e eletrônicos são lançados em primeira mão neste shopping, o que garante outro diferencial para o lugar. Endereço: 19501 Biscayne Blvd., Aventura, FL 33180

Sawgrass Mills: a outlet localiza-se em Fort Lauderdale, mas o maior shopping da Flórida não poderia ficar de fora desta lista. Com mais de 350 lojas, incluindo outlets de marcas como Nike e Gap, esta gigantesca galeria conta com os mais variados tipos de produtos, tanto roupas de grifes famosas, quanto cosméticos e eletrônicos. Endereço: 12801 W Sunrise Blvd., Sunrise, FL 33323-4020
 


5 - OCEAN DRIVE AVE.:











Em Miami os Restaurantes, Hotéis, lojas beira mar não tem vista aberta para a praia. Os americanos consideram e respeitam o espaço e a vegetação existente na areia e deixaram um espaço muito largo para que os banhistas e a natureza estejam confortáveis. Para se chegar à praia tem um caminho longo até lá, apesar da Ocean Drive Ave. que é a rua mais próxima. Ali os estabelecimentos são uma rica coleção de prédios em Art Déco, que já vi, belíssimos, com no máximo 5 andares, fachadas e vitrôs arredondados, desenhados delicadamente acompanhando as torres dos edifícios.
Visitei:
http://www.euqueroeviajar.blogspot.com.br/2011/02/distrito-art-deco-um-museu-ceu-aberto.html

O Art Déco District de South Beach é o maior conjunto de arquitetura Art Déco do mundo e dispõe de centenas de hotéis, apartamentos e outras estruturas erguidas entre 1923 e 1943.
Para entender melhor, o Distrito Art Déco de Miami Beach é o primeiro bairro do século 20 a ser reconhecido pelo Registro Nacional de Locais Históricos, com 800 estruturas de significado histórico. Três estilos arquitetônicos são predominantes em Miami Beach:  Art Déco, Revival Mediterrâneo e Miami Modernism. 
 Umas das principais características  desse estilo arquitetônico é a tematização naval com edifícios de tom pastel e arquitetura semelhante a navios. Possuem  janelas redondas, como as de cabine de navio, curvas, blocos de vidro, decoração inspirada na fauna e flora e mosaicos.
Os edifícios representam dois períodos distintos da Arte Déco. O primeiro período (1926-1938), inspirado na arquitetura antiga, é caracterizada por acentuada, angular formas geométricas e desenhos estilizados natural. O segundo período aconteceu durante a Grande Depressão, no final dos 30 e 40 anos é caracterizado por edifícios com mais de ornamentação modesto, cantos arredondados e uma aparência simples.
O histórico bairro de South Beach tem mais do que apenas esses estilos Art Déco. Na Ocean Drive, entre as ruas 5 e 15, encontram-se também  estrutura de estilo mediterrânico revival. Este estilo é caracterizado por acabamentos em estuque áspero, janelas arqueadas, e telhados em terracota.


Arquitetura Mediterrâneo Revival

A história do local é muito interessante, por volta de  1900 o milionário Carl Fischer adquiriu uma série de terras na região e quis transformar a área em um verdadeiro paraíso tropical dos ricos e famosos. Na década de 60 o local entrou em decadência e os prédios viraram praticamente ruínas. Nessa época a área bairro se tornou barra pesada, e encheu-se de criminosos e traficantes de drogas. Foi nessa fase que South Beach  inspirou a criação de um dos mais populares seriados de TV nos anos 80, o Miami Vice.

Felizmente, em 1976 a realidade mudou, Barbara Captman criou a Miami Design Preservation League, uma organização sem fins lucrativos dedicada a preservar, proteger e promover a integridade cultural, social, econômica, arquitetônica e do meio ambiente do Art Deco District. Certamente é um dos mais bem sucedidos projetos de recuperação urbana na história da arquitetura americana.



Atualmente, a área com seus edifícios históricos preservados e únicos, é considerada um Museu a céu aberto e todos os anos recebe milhões de turistas e celebridades  do mundo todo.


Edifícios em tom pastel

No Miami Design Preservation League, número 1001 da Ocean Drive, há o Art Deco Welcome Center & Gift Shop onde o visitante encontra livros, folhetos e dicas de passeios. Visitas guiadas para conhecer o Art Deco District também são oferecidas. Este passeio imperdível , de noventa minutos, fornece uma introdução à Arte Deco, Revival Mediterrâneo, moderna e estilos encontrados no Miami Beach Architectural Historic District. O tour explora hotéis, restaurantes e outras atrações, com uma visitas ao exterior e interior dos prédios. O valor é de U$20 adultos.

Para mais informações visite o site: http://www.mdpl.org/




Para os visitantes com o bolso mais recheado vale a pena pagar mais caro e se hospedar em um dos hotéis na Ocean Drive. As centenas de opções de restaurantes ao redor e o privilégio de estar de frente para a mais badalada praia de Miami Beach valem cada dólar. Como os hotéis de frente para praia são super disputados a reserva deve ser feita com meses de antecedência.


Carros antigos decoram a Avenida Ocean Drive

A vista dos prédios fica impressionante a noite, quando os hotéis e restaurantes  ligam as luzes neon produzindo um colorido intenso.


Prédios com suas luzes Neon

South Beach é também um dos principais locais escolhidos por Hollywood para servir de cenário para os filmes.  Exemplos são os seriados Nip/Tuk e CSI Miami, os filmes Velozes e Furiosos, Bad Boys, e o filme Gaiola da Loucas de 1996. 




Edifício cenário do Filme A Gaiola das Loucas

Como parte das inúmeras atrações da Ocean Drive temos a Casa Casaurina , foi a casa do estilista italiano Gianni Versace, que foi morto a tiros em 1997 nos degraus. O assassino, Andrew Cunana, dias mais tarde, cometeu suicídio em um barco em Miami Beach. A casa é um dos pontos mais fotografados de Miami. Veja o Post exclusivo sobre o local.


Casa Casuarina, onde Versace foi assassinado

Park Central Hotel, 640 Ocean Drive, foi desenhado por Henry Hohauser - um prolífico designer cujo currículo incluiu o projeto do Essex House Hotel construído em 1938 e do Hotel Edison construído em 1935. O hotel era freqüentado por estrelas de Hollywood, como Clark Gable, Carole Lombard e Rita Hayworth.  No lobby do Parque Central, exemplos ideais de Art Deco são ventiladores de teto rosa e verde do terraço e o estilo retrô.


The Park Central Hotel


The Waldorf Towers Hotel, 860 Ocean drive, foi construído em 1937. Este  hotel é um marco na área de South. O que chama atenção na parte exterior é sua torre. O hotel foi completamente renovado e teve seu interior redecorado em estilo clássico.


The Waldorf Towers Hotel

Em 1939, quando o Winter Haven Hotel, 1400 Ocean Drive, abriu suas portas, ele estava na vanguarda da arquitetura moderna. Com um solário Skytop e varandas com vista para o mar, seus quartos mantêm a estilização Art Deco, com salas coloridas em tons pastel,  amarelo pálido e gengibre. As paredes são cobertas com fotos em preto e branco dos hotéis de Miami Beach  durante seu auge.


Winter Haven Hotel


Gloria Estefan é a proprietária do Cardozo Hotel. Localizado no 1300 Ocean Drive o hotel oferece vários tipos de acomodação e conta com um ótimo bar e restaurante no térreo com uma  longa sacada.


Cardozo Hotel


Um dos hotéis mais luxuosos de South Beach é o The Tides Hotel. Localizado no 1220 Ocean Drive, o hotel oferece SPA, restaurantes, serviço impecável e um glamoroso design por dentro e por fora.


The Tides, hotel de luxo



Bares e restaurantes para todos os gostos na Ocean Drive

Os prédios em estilo Art Deco não estão apenas na famosa Ocean Drive, nas Ruas e Avenidas próximas também há uma variedade de edifícios e atrações.


Um dos melhores restaurantes de Miami Beach para saborear frutos do mar é o China Grill. Localizado no 404 da Washington Avenue, o enorme prédio colorido chama atenção. Apesar de o preço ser um pouco caro as porções são generosas servindo de duas até três pessoas, além disso, as opções são muitas. A maioria dos pratos são grelhados ou preparados em um Wok.  


China Grill Restaurant

O interior foi concebidos pelo famoso arquiteto Jeffrey Beers e inclui cenas das passagens dos diários de viagem de Marco Polo estampadas em mosaicos de mármore nas paredes.


Interior do China Grill


O Miami Beach Post Office, no 1300 Washington Ave. Chama atenção. A arquitetura deste edifício federal dos Correios é mais definida como Moderne do que Art Deco. A estrutura é plana, simplificada, com adorno mínimo. A parte central da estrutura tem  forma parecida com um grande tambor.


Prédio do Post Office de South Beach



Um dos bares mais animados e lotados de turistas em South Beach é o Mango’s Tropical Café. Considerado cafona por alguns e local de diversão garantida por outros, está localizado no 900 Ocean Drive. O local oferece  uma intensa e variada programação que inclui apresentações de dança, bandas, pistas de dança e drinks tropicais. 
Diversão no Mango's Bar

O local cobra couvert e é proibido para menores de 21. Aberto diariamente  das 11h da manhã até 05h da madrugada.


Interior do Mango's Bar




Dicas:

  • Para fazer o Art Déco District Walking Tour não é necessário fazer reservas antecipadas.  Basta chegar no local (1001 Ocean Drive – altura da  10th Street) dentro de 10-15 minutos antes da hora programada de partida, a fim de comprar o seu bilhete.
  • Devido ao trânsito e à dificuldade de encontrar locais para estacionar, nem pense em conhecer South Beach de carro. A melhor a melhor maneira de conhecer o local é à pé. Dedique alguns dias só pra ficar em South Beach. Muitos turistas, acostumados a ficar no Downtown de Miami,  nem imaginam que South Beach oferece, de longe,  muito mais diversão!
  • Para os que querem fazer o  Tour mas não gostam de passar calor existe a opção de fazer o Art Deco District Walking Tour a noite. O grupo sai às quintas-feiras às 18h30 do Miami Design Preservation League, 1001 Ocean Drive Ave.
  • Ao tirar o dia para passear em South Beach não esqueça de usar sapatos confortáveis e levar um chapéu ou boné  e protetor solar.
 Na Ocean Drive também encontramos o Tourist Information
Hotel na esquina da 11th St com a Ocean Drive

Hotel e Restaurante Breakwater

Visão da Ocean Drive e seus prédios, do tour.


6 - MIAMI INTERNATIONAL HOSTEL
Quando fiz a reserva, em junho/2014, achei espetacular encontrar um Hostel no imenso mar de Hotéis q Miami oferece, porém, ao chegarmos no local é q percebemos como acertamos. O Hostel é simplesmente o melhor q já usei, não faz parte do Hostelling International, infelizmente, mas aceita hóspedes de todas as idades. Foram rápidos e eficazes no check in e nos ofereceram um local, separado do prédio, um sobrado para até 6 pessoas (famílias), muito agradável, distante do prédio do Hostel uns 20m de caminhada, numa rua calma, local tranquilo. No trajeto de ida e volta, com as malas usamos o transfer do Hostel. Durante os outros dias, idas e vindas a pé,  participando da vida de South Beach. Perto do Hostel também tem tudo que interessa: supermercado, lojinhas, farmácia, etc. Vale também visitar o Art Déco Welcome Center, bem na frente da 10th com a Ocean Drive Ave. Bem alojados, alimentados, satisfeitos por estarmos cumprindo mais um plano de viagem, fomos descobrir os motivos q fazem Miami ser tão desejada e famosa.
Hostel Miami Intl - Washington Ave x 9th

Condomínio onde ficamos, para 7 pessoas.
Recepção do Miami Beach Hostel

Programa para os hóspedes do Hostel




























7 - MONO RAIL IN MIAMI DOWNTOWN


Monorail dirigido por controle remoto, perfeito.
Metromover é um transporte de massa livre de pessoas automatizados movedor sistema de trens operados pela Miami-Dade Transit em Miami, Flórida, Estados Unidos. Metromover serve a Downtown Miami, Brickell, Park West e bairros Omni. O Metromover se conecta diretamente com Metrorail nas estações Centro de Governo e Brickell. Ele inicialmente começou o serviço no Downtown / laço interno em 17 de abril de 1986, e mais tarde foi expandido com as extensões Omni e Brickell em 26 de maio de 1994.

O Metromover serve principalmente como uma forma alternativa de viajar dentro dos maiores bairros Downtown Miami. O sistema é composto de três loops e 21 estações. As estações estão localizados cerca de dois quarteirões de distância um do outro, e conectar-se perto de todos os principais edifícios e lugares na área de Downtown. Juntamente com Metrorail, o sistema tem visto um crescimento constante ao ano, com uma média de 105.500 passageiros por dia em 2013.

O Metromover é um dos meios condutores de pessoas mais baratos construído nos Estados Unidos, pela Jacksonville Skyway e o Detroit People Mover. O Metromover de Miami é o único concluído. 

Estação Bayside

Mapa do trajeto

mapa dentro do Monorail

trilhos suspensos
Interior do Monorail

Estação Bayside

Monorail em ação


Veja o vídeo e entenda como é o Monorail:    Monorail em Miami





















8 - LITTLE HAVANA:
Little Havana, é um bairro cubano em Miami que o faz se sentir em Havana, com muitas lojas de charutos artesanais onde se pode acompanhar a fabricação dos famosos "cubanos", artigos em madeiras e prata, alimentos cubanos, restaurantes típicos a preços excelentes. A língua falada é o espanhol, diferente das demais regiões de Miami, inclusive nas placas e folhetos. Vale visitar o Maximo Gomez Park, onde a população se reúne para jogar dominó, muito comum em Cuba.

 MAXIMO GOMEZ PARK

Lojas de artesanatos cubanos






























Fábricas de Charutos Havana


Restaurante Havana

Menu em espanhol e inglês

almoço no Restaurante Havana

Um big Charuto Havana na calçada

Clube de Dominó Maximo Gomez




9 - SOUTH BEACH: Extensão larga de areias batidas, brancas, com barraquinhas organizadas em carrinhos, preservada a vegetação que limita a área da praia, águas verdes, limpas, com ondas pequenas, águas geladas (setembro), sol fraco, pouco vento, agradável para uma boa caminhada.


visão norte de South Beach 
Temperatura agradável

Provando água verde, limpa mas geladinha

Visão Sul South Beach














Trio de aventureiros

10-SECURITY: Ficamos em Miami Beach por 3 dias, não vimos nenhuma ação violenta, roubo ou qualquer outra que nos assustasse. Parecia que estávamos num lugar super seguro, porém sabemos q há os abusos e a polícia está atenta. Nesse momento, um rapaz foi algemado para depois se explicar. Ação rápida e em meio ao trânsito movimentado da Ocean Drive Ave, Congratulations!!!!!!

Ação policial rápida na Ocean Drive Ave.


TOP TEN KEY WEST - FL - USA:
1- O TRAJETO:
Trajeto maravilhoso de 3h

Águas verdes durante todo o trajeto



Aproximando-se de Key West

Rodovia no meio do oceano

lado a lado a antiga ferrovia e a nova rodovia

Chegada em Key West


Milhares de Marinas durante o trajeto
A rodovia liga mais de 100 ilhas ao sul da Flórida

Engenharia fabulosa: Overseas Highway 1
























2- A HISTÓRIA:
As Florida Keys são um arquipélago composto por cerca de 1700 ilhas no Sudeste dos Estados Unidos. Tem início na ponta sudeste da península da Florida, cerca de 25 km a sudeste de Miami, e estende-se ao longo de um suave arco, primeiro em direção a sul-sudoeste, e depois em direção a oeste, em direcão a Key West a mais ocidental das ilhas habitadas, e às desabitadas Dry Tortugas. As Florida Keys são uma das áreas mais atingidas por furacões em todo o mundo, já que o arquipélago está localizado no centro da rota dos furacões que atingem constantemente o sul dos Estados Unidos e o Caribe.
As ilhas perfilam-se ao longo do Estreito da Florida, dividindo o Oceano Atlântico a leste do Golfo do México a oeste. A ponta sul de Key West situa-se a apenas 157 km  ou 90 milhas  de Cuba.
O arquipélago possui clima tropical, mais de 95% da sua superfície pertence ao Condado de Monroe, com a restante porção a estender-se a nordeste e pertencendo ao Condado de Miami-Dade, como a cidade de Islandia.
A área total da sua superfície é de 355,6 km² e segundo o censo de 2000 nos EEUU, a sua população era de 79 535 habitantes, o que significa uma densidade populacional de 223,66/km². No entanto, a grande maioria da população encontra-se concentrada em aglomerados urbanos de elevada densidade, como a cidade de Key West que concentra cerca de 32% da população do arquipélago, pelo que grandes áreas e muitas das ilhas mais pequenas são desabitadas.
A cidade de Key West é a sede do condado de Monroe, que consiste essencialmente na maior parte das Florida Keys desde Key Lrgo até às Dry Tortugas e abrangendo ainda a parte continental constituída pelo Parque Nacional Everglades.

3 - CONSTRUÇÕES LOCAIS:
Casas de madeirinhas

mesmo as mais modernas
Registro da casa abaixo

Essa é a casa mais ao sul dos Estados Unidos...
Lanchonetes na Duval Street.
Vários Restaurantes em edifícios Art Déco
























4-  HIGGS BEACH:


distâncias de Key West a vários outros destinos no mundo


5- MERCADO CENTRAL: A Praça Central comporta um mercado, o Museu de Arte e  História, lanchonetes, uma ótima loja de cookies, figuras curiosas como estátuas gigantes de um casal bailando e de uma senhora idosa carregando suas compras...parecendo real.


Lenio faceiro acompanhado da senhora idosa.

Mercado Central com restaurantes e lojas de artesanatos e ao lado o Museu de Arte e  História,


Casal em tamanho gigante em frente ao Museu Histórico















6- SOUTHERNMOST POINT: Ponto mais ao sul dos Estados Unidos, fica a 90 km de Cuba.
Trio avenureiro

tem fila pra tirar a foto...














7- DUVAL ST./PEARLS:
Casinhas charmosas

Restaurantes chiques
Joalherias especializadas em pérolas, ganhamos um par de brincos em pérola.












8- HEMINGWAY`S HOUSE:
Construção  da época de 1930

Foi sua residência de 1931 a 1939, transformada em museu em 1968

Passeio imperdível, dizem q os gatos q vivem ali são da mesma raça dos q haviam na época dele, possuem 6 dedinhos... comprovado!!!!!



9- SLOPPY JOE`S BAR:
Famoso bar que Hemingway costumava frequentar



10- PASSEIOS DE TROLLEY OU COUCH:
Passeamos por 1h30 nesse Trolley, muito bom!!!!

Mapa do Tour

Outra opção Couch Tour Train















TOP TEN FORT LAUDERDALE/CRUZEIRO: MÉXICO E HONDURAS:

1- PRAIAS e o HOTEL BAHIA CABANA:
As praias ao longo da Costa Leste são muito frequentadas pois apresentam águas calmas, praias planas, verdes, algumas com correntes de águas mornas. Desde Miami Beach (ao sul) até o Cabo Canaveral encontramos milhares de balneários e praias com estruturas e condições de receber os turistas. Dentre elas, Fort Lauderdale, a 50 km de Miami, é um pedaço do paraíso. Cidade limpa, organizada, ruas e avenidas largas, arborizada, com muitas palmeiras no contorno da praia, trânsito calmo. Em Fort Lauderdale, a vida passa à beira-mar, ou à beira-canal, digamos assim. São quase 40 quilômetros de faixa de areia banhada pelo Atlântico na região do condado de Broward, e 13 vezes essa extensão só em canais, totalizando 500 quilômetros de hidrovias. Não à toa, a cidade ao norte de Miami tem um dos três maiores portos do mundo, o Everglades, que recebe 3,7 milhões de passageiros ao ano, entre embarques e desembarques. Se a vida a bordo está mais do que consagrada na Veneza americana, a vida em terra firme se dinamiza inspirada pela vizinha mais famosa, transbordando de novos visitantes ligados ao mundo da arte. Las Olas Boulevard, larga avenida que ladeia a praia oferece bons restaurantes, lojinhas de artesanatos e ainda foodtrucks.
vista parcial aérea, olha só a cor do mar...

Seus canais - Veneza Americana

Palmeiras em toda a extensão da praia
Visu do mar!!!

É um lugar muito agradável para passear

Praia bem cuidada, linda, segura... delícia!!!!!!


Vejam o muro imitando ondas... por isso o nome da Avenida é Las Olas 


Las Olas Boulevard

De Miami a Fort Lauderdale

Hotel Bahia Cabana - Fort Lauderdale


 











Recepção do Hotel













Restaurante do Hotel e a vista da Marina


2- ALL ABOUT FOOD (BREAKFAST): Nosso breakfast era feito  na lanchonete "All about food", super equipada, agradável, limpa, clara, cheirosa, com preços justos e variedades tanto para o café da manhã como para o "lunch", com self service. Caminhávamos por uns 5 min até lá e depois seguíamos para a praia. Trouxe de lá  o "coffee-mate", pó que se coloca no café e o deixa cremoso, hmmmmmm...



3- CITYTOUR 3 USD:
Ônibus que serve de transporte e tour: usd 3/pessoa por 3 horas.
Rápido, simpático, útil e barato!!!
4- SEGURANÇA NA CIDADE:
Essa cidade parece um balneário separado do mundo no tocante a tranquilidade, ou mesmo segurança. Sabemos q devemos sempre estar atentos, mas aqui tudo cheira a bem estar. Até policiais vivem tranquilos...

5- EMBARQUE NO CRUZEIRO: Embarcamos no Vision of The Seas - Royal Caribbean, em duas cabines internas, muito confortáveis. O Roteiro incluia Roatan e Cozumel, em 7 noite. O acesso ao navio foi bem organizado, as atendentes falavam espanhol e inglês, não tivemos problemas. Foi muito rápido. Uma ponte móvel levava os passageiros até o navio.














6- VISION OF THE SEAS CRUISE: Por míseros R$ 1.875,00 (usd750) fizemos um cruzeiro maravilhoso!!!! Esse navio já navega na costa brasileira, mas eu ainda não o conhecia.











7- COZUMEL &  PLAYA DEL CARMEN (México):
Cozumel é uma Ilha próxima do continente, com muitas praias e atividades
The Vision of the Seas em Cozumel
Chegamos em Cozumel mas decidimos ir até Playa del Carmen, no continente, pois nossa intenção era pisar no México Continental. Cozumel oferece alguns passeios muito bons, como o Parque Aquático Chankannab, siga o link: Parque Chankanaab - Cozumel- México . Decidimos não ir ao Parque, pegamos um catamarã, no porto de Cozumel e em 35min de viagem chegamos ao continente, num pier em Playa del Carmen. As águas foram se esverdeando até chegarmos ao local de desembarque. O sol estava forte, dali caminhamos pelo centro com várias lojas de artigos de praia, restaurantes, sorveterias, músicas, e fomos até a Playa.
Catamarã que leva a Playa del Carmen, em 35min de viagem, por 30 usd


Águas verdes em Playa del Carmen
Águas azuis em Cozumel


Restaurante em Playa del Carmen
Comércio em Playa del Carmen





Elvis é uma figura muito homenageada por lá.

Playa del Carmen é linda, águas verdes, mornas, limpas... Havia um pouco de alga na beira da praia, mas passando delas a água estava verde, limpa e deliciosa... Notamos na rua de comércio que os vendedores não são hospitaleiros, não conversam, querem só vender... ficou uma impressão ruim. Voltamos e no pier em Cozumel há um grande comercio de camisetas, artigos de palhas, couro, toalhas, bebidas locais. Preço muito bom, compramos alguns recuerdos. Voltamos ao navio, às 17h.



8- ROATAN - HONDURAS: Em Roatan, a maior Ilha em Honduras, dista 50 km do continente. Pegamos um taxi que nos levou a praias naturais, como West Bay, comentou também que a maior parte da Ilha é de propriedade de um americano que está loteando suas terras. Já houve um boom de Hotéis e  Pousadas exclusivas para americanos na Ilha. Hoje não está tão concorrido, muitas casas estão desabitadas. A economia da Ilha é o Turismo e a pesca. A moeda chama-se Lempira 1 usd = 21.9176 L.

Shopping e estrutura de restaurante, banheiros, táxi e ônibus para visitar a cidade.


Rua principal do vilarejo e o comercio

Rua do comercio

Prefeitura de Roatan

Sand Bay
West Bay Beach
West Bay, águas mornas e límpidas

West Bay - sul

West Bay - norte

West Bay e os peixinhos

Shopping no atracadouro

Atracadouro em Roatan
Bienvenidos a Roatan
9 - AEROPORTO DE FORT LAUDERDALE: O Aeroporto da cidade é bem perto, assim como o Porto. É moderno e bem sinalizado com informações úteis. Chama-se Hollywood International Airport, tem um check in amplo e de fácil acesso. Usamos o aeroporto para irmos até Washington.


Em Fort Lauderdale
Interior do Hollywood International Airport




10- MARINAS COM SEUS IATES: A cidade de Fort Lauderdale está impregnada de Marinas, do nosso Hotel perdíamos de vista os milhares de iates estacionados na marina da cidade.

Vista do Hotel Bahia Cabana- Restaurante

TOP TEN WASHINGTON - DC - USA:
1 -  Ronald Reagan Washington National Airport
















2 -HIHOSTEL WASHINGTON: Fica bem localizado, é organizado, limpo, seguro, barato... precisa mais??? Pegamos um dormitório misto, com 10 camas, 5 beliches. O banheiro era no corredor, limpo e amplo. O café da manhã, no 2º piso, oferecia várias opções de pães e frios, chás e frutas. Excelente mesmo!!!!!






O dormitório possui 5 beliches, 10 camas.














3- CIRCUITO DA CASA BRANCA ATÉ O CAPITÓLIO: Esse circuito está dividido em duas partes, em forma de L. Numa parte do L é o trecho entre a Casa Branca e o Monumento a Washington e na outra parte do Monumento até o Capitólio. Estimo em 5 km todo o trecho, fizemos num dia inteiro e não entramos em todos os Museus.

Aqui é a Lafayette Square e a frente da Casa Branca
O trio visitando a casa do Obama.
Fundos da Casa Branca, mas na minha opinião, a fachada mais bonita.

Frente da Casa Branca


Fundos da Casa Branca
Fundos da Casa Branca, fica muito longe da grade onde podemos chegar

USA Department of theTreasury (ao lado da Casa Branca)











Arquivo Nacional


Biblioteca do Congresso Nacional

Vista aérea do Thomas Jefferson Building- Biblioteca do Congresso - USA

National World War II Memorial, ao Fundo Lincoln Memorial - WEST POTOMAC PARK

Espelho de água e o Lincoln Memorial












Não fomos ao Vietnam Memorial e nem ao Korean Memorial, mas devemos voltar pra visitar, muito em breve.
Na sequência do National Mall ladeando o grande jardim, há duas avenidas ligando o Monumento a Washington até o Capitólio: Madison Drive and Thomas Jefferson Drive. Na Madison Drive temos o Museum of American History, Museum of Natural History, National Gallery of Art West and East . Na Thomas Jefferson Drive temos o US Holocaust Memorial Museum, Smithsonian Institut,  Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Art and Space Museum, Museum of the American Indian and finalmente o Capitólio.

4- MUSEU DO AR E ESPAÇO:
Esse é o Museu mais interessante que já visitei. Ele possui uma réplica de todas as naves já encaminhadas ao espaço dentro dos programas Apollo, Skylab, Discovery, Challenger e outras usadas na Segunda Guerra Mundial, história e  exemplares dos maiores e melhores aviões já construídos, um verdadeiro show. Impossível visitar o museu todo em um dia só. Entrada Grátis!!!!!!






5- CITYTOUR a pé e de sightseeing: AVENIDAS E JARDINS
Hop on Hop off tradicional

















Portal de Chinatown em DC.





Esse prédio da esquina é o HiHostel

Sede do Bank of America













Sightseeing - Rio Potomac


O Trio no ônibus do Citytour











Rio Potomac, próximo ao Cemitério Arlington


Não descemos para conhecer pois era a última viagem do ônibus, depois teríamos q voltar a pé.







































Capitólio e o lago em uma vista parcial
Capitólio, estava em reformas














Jefferson Memorial







Memorial de Abraham Lincoln


Outra opção para citytour, o Duck.




6- UNION STATION/METRO:
Ilha Central


Saguão da Estação dos trens








Megabus - Washington to Toronto
Union Station Bus Terminal





Uma bela estrutura lá embaixo
7- LIMOUSINE COM O OBAMA

Essa é limousine onde o Obama estava.

Esse carro levava a esposa e as filhas do Obama.

Carro de bombeiros acompanhando a limousine do Obama.

















8- SMITHSONIAN INSTITUT










9- MONUMENTO A WASHINGTON













10- CATEDRAL NACIONAL DE WASHINGTON









Vista dos arredores 

Vista parcial Torre Sul

Vista da Torre Sul

Vista da Torre Norte












Segundo impressões do Lenio:

A POLÍCIA
      Em Washington, fazíamos um lanche, à tarde, num Mc Donalds. Dali a pouco, entraram uns 10 adolescentes, ficaram em pé (não havia lugar para sentar) e ficaram conversando e rindo alto. (Para mim, normal, nessa idade). Aí, entrou um policial, somente um, falando para o grupo:-"Vocês não estão consumindo e estão perturbando os demais clientes, por favor, se retirem". Baixaram a cabeça e silenciosamente, foram saindo. Dá gosto viver num país, cujas leis são cumpridas, onde policiais são respeitados.
        Ah ! Washington é considerada a 19ª cidade mais segura do mundo. 
                            RELÍQUIA
        Ainda, na capital americana, no "Museu Nacional do Ar e do Espaço", algo histórico: O avião "Spirit of St. Louis" que cruzou o Oceano Atlântico (New York-Paris), em 1927, pilotado por Charles Lindbergh. Imaginem a façanha, sozinho e Deus, saindo do novo mundo, para o velho. Hoje, com todos os avanços tecnológicos, ainda tem gente que se "borra" todo, para fazer tal travessia.






TOP TEN NEW YORK CITY - NY - USA: 

NYC MERECE UM CAPÍTULO À PARTE EM QUALQUER RELATO DE VIAGEM,  SEMPRE OFERECE MAIS DO QUE ESPERAMOS. Aqui vou deixar as principais fotos de cada um dos itens relacionados e elas falarão por si.

1- CENTRAL PARK & WASHINGTON SQUARE


2- 5TH AVE & TIME SQUARE & CHINATOWN
3- TOP OF THE ROCK & ROCKEFELLER CENTER
4- DEPARTAMENT STORES & JERSEY`S GARDEN
5- RESTAURANTS & FAST FOOD
6- PORT AUTHORITY & PENN STATION & GRAND CENTRAL
7- ELLIS ISLAND & LIBERTY ISLAND
8- BROOKLIN BRIDGE & BROOKLIN TABERNACLE & DUMBO
9- MUSEUMS
10- WWT CENTER & MARCO ZERO & WALL STREET
 HORS CONCOURS: NEW YORK HIHOSTEL


TOP TEN TORONTO - ON - CANADA:

1- BIG BUS TORONTO (CITYTOUR)
2- CN TOWER - La Tour
3- HIHOSTEL TORONTO
4- CHINATOWN
5- TAXISTAS EM TORONTO
6- UNION STATION & GREYHOUND STATION
7- STREET CAR DA QUEEN VICTORIA
8- RUA YOUNGE COM DUNDAS ("mini" Times Square)
9- UNIVERSIDADE DE TORONTO
10- TORONTO HIHOSTEL

Compartilho o texto de Lenio Fregapani, nosso companheiro de aventuras Ele, como jornalista, faz anotações detalhadas, muito úteis. Aí está:

   
                   RUMO AO CANADÁ
       O Canadá é uma monarquia constitucional, um estado federal e uma democracia parlamentar pluralista. A Rainha Elizabeth II, do Reino Unido é a Chefe de Estado do Canadá. A rainha delega seus poderes ao seu representante, o Governador Geral do País.
      O Canadá é o 2º país do mundo, em extensão territorial. 
      Seu nome deriva da palavra "Kanata" que na língua indígena (Hurons e Iroqueis), significa "aldeia" ou "assentamento"
                         A VIAGEM
      Dia 06.10.2014, às 20h, da "Union Station", de Washington, num bom ônibus da Megabus, iniciamos viagem para um país, cuja expectativa sobre o mesmo, era enorme.
       Às 21h10, passamos por Baltimore, depois "apaguei-me". Só me acordei, em Buffalo (USA), perto do Lago Eriê, quase na fronteira.
Aí, passamos entre os Lagos Eriê e Ontário e chegamos em Hamilton (CAN). Ao atravessarmos a fronteira, um pouco antes de Hamilton, já começamos a ver as bandeiras alvirrubras hasteadas, altaneiras, com a linda folha de plátano (árvores abundantes em seu território), também conhecida como "folha de bordo". (Acer Saccharum, originária das montanhas do norte do Japão). Continuamos e bem antes de Toronto, já avistamos a maior atração da cidade: La Tour CN Tower . Ela  se sobressai e é lindíssima, parece uma agulha rumo ao céu.
                           TORONTO
    Dia 07.10.14 - É a maior cidade do Canadá (6.000.000 de habitantes) é a sua capital financeira, porém não é a capital administrativa. Cidade limpa, grandes avenidas, muitos automóveis, frota nova, e tem um trânsito ordenado. A 1ª impressão foi favorável. Que cidade !
                            HOSTEL
     Fomos direto, para o Hostel (Hostelling International Toronto) localizado no coração da cidade (76, Church Street), ao lado da St. James Cathedral. 
                   COMUNICAÇÃO
       Aqui, as línguas francesa e inglesa repartem o território. Foi aí que a nossa "comandante chefe", a Nilda Maria que é professora de Inglês e Francês, deu show de bola. Se os taxistas ou outras pessoas falassem francês, ela dialogava, se falassem inglês, ela destrinchava. Em matéria de comunicação, eu e a Joselina estávamos tranquilos.
        Mal abrimos as malas e já nos dirigimos para a maior atração da cidade, 
                  LA TOUR CN TOWER
      Ela custou 63 milhões de dólares canadense e foi inaugurada, em 1975. A imponência da CN é impressionante, com seus 553,33 mts.. Uma obra maravilhosa da engenharia.
      Idoso paga USC $ 36,00 (trinta e seis dólares canadense) + 13% de impostos (HST/TVH)= 4,68. Total= USC $ 40,68.
      Filas e mais filas, até adentrarmos num elevador (são 6) panorâmico. Passamos  a sentir a 2ª emoção ( a 1ª foi estarmos aos pés daquele colosso) que foi vermos o ascensor subindo e as pessoas e objetos, ficando cada vez menores. Parece que estamos numa ogiva, rumo à lua. A velocidade é de 22 km/h e em 58", chegamos naquela plataforma (anel) maior. Deus do céu ! Toronto é linda no chão e nas alturas. Estamos a 346 m, no "Belvédère", onde, vidros permitem vê-la, numa circunferência completa. Além da cidade, observamos também o Lago Ontário e se as condições climáticas estiverem favoráveis, a visibilidade alcança 160 km, vendo as Cataratas de Niágara e o Estado de Nova Iorque. O dia estava ensolarado.
                  RESTAURANTE 360º
      Em 72 minutos, dá um giro completo. Ambiente finíssimo. Cozinha internacional (deve ser caríssimo) e a carta de vinhos, apresenta 500, do mundo inteiro. Não tomei, nem cafezinho, nem água. Apenas circundei-o e parti para a atração que causa "frisson" aos visitantes.                               
                         "LE PLANCHER DE VERRE"("CHÃO DE VIDRO")
    Agora, descemos um pouquinho e estamos a 342 m do solo (ainda, naquele grande anel que circunda a torre), Meus amigos ! Vocês já sentiram o gosto da morte ? Pois esta é a impressão que dá. Parece que o vidro vai se quebrar, os pés levitando e estamos flutuando nas nuvens, sem suporte algum. As pessoas e objetos, lá embaixo, parecem estar nos .... esperando. Crozis ! Eu e a Joselina "enfrentamos" o perigo, mas a Nilda Maria, só colocou a mãozinha. Não a condeno, pois a sensação é tenebrosa e a adrenalina vai a mil. Mas eu iria de novo.
OBS.: Esses vidros (placas) suportam o peso de 14 hipopótamos adultos. A gente sabe que não tem perigo, mas que causa um "frisson", ah! Isto causa.
                   "L'HAUT - DA CIEUX"
      Ainda no 1º anel, acima do Restaurante 360, as pessoas pagam caro USC$ 195,00, para sentirem mais emoção que o chão de vidro. Eles saem da torre, com roupas especiais, presos por cintas (tiras) e ficam com os pés na plataforma, com os corpos inclinados no vazio. Eles desembolsam para sentirem esse gostinho, pois para mim, nem pagando. Loucura total !
                         NA CELLE
     Se corri da "L'Haut - da Cieux", não pestanejei em ir até ao 2º anel (447 m). Adquiri um novo bilhete, no Belvédère e de elevador, subi mais 101 metros. É lindo ! A cidade foi distanciando-se de nós e o horizonte foi ampliando-se. Naquela altura, não se passa o mesmo medo do "chão de vidro", pois o piso é de aço. Incrível ! A não ser viajando de avião, nunca estive tão alto do chão.
      Com os Jogos Panamericanos, deste ano, acredito que todas essas maravilhas serão apresentadas aos telespectadores.
      Saliento que até à antena, a altura vai a 553,33 m, porém é vedado ao público.
                         CITY TOUR
      Por 35 dólares canadenses, no "sightseeing-Toronto" , demos um longo giro por toda a cidade que é limpa, com belos e arrojados edifícios, trânsito bem ordenado, com bondes moderníssimos, metrô, enfim, ela encanta de cara. Os ônibus urbanos não atrasam mais que 10 segundos e Toronto é considerada a 8ª cidade mais segura do mundo; Ela tem, somente, 181 anos.
       Por onde se anda, dificilmente, perde-se de vista aquela torre fenomenal (tipo Paris com a Torre Eiffel).
       Este "city tour" poderia ser estendido, para uma parte aquática "Boat Tour", admirando-a do Lago Ontário, passando por muitas ilhas, com o barco singrando, entre algumas. Seria um passeio e tanto, porém não tivemos tempo, para tanto.
      

TOP TEN NIAGARA FALLS - ON - CANADA:

1- TOUR GUIADO DESDE TORONTO
2- NIAGARA FALLS
3- WENDY`S OLD FASHIONED HAMBURGERS
4- NIAGARA ON THE LAKE - ON
5- RODA GIGANTE
6- MAID OF THE MIST (não fomos, mas devíamos ter ido)
7- CLIFTON HILL ST.
8- WHIRLPOOL AERO CAR (não estava funcionando)
9- PASSEIOS EXTRAS NO COMPLEXO
10- COR DA ÁGUA DE NIAGARA FALLS

Alguns comentários do Lenio, passados em sua coluna "FATOS SEM FOTOS":

NIAGARA FALLS
              Cada um, pagou 55 dólares canadenses (R$ 2,26=R$ 124,30) e de ônibus de excursão, partimos para conhecer a mais linda obra da natureza daquele país. A expectativa era grande. Seria superior às do Iguaçu ?
              Saímos, às 9h15 e chegamos às 11h, através de boas rodovias e belas paisagens.
              De cara, uma diferença: as do Iguaçu estão preservadas, no meio da natureza, já as canadenses, a cidade avançou sobre elas, bastando atravessar a rua e ela está ali. Existem hotéis defronte e imagino, pela manhã, abrir a janela e aquele colosso estar aos nossos pés. Sem contar o show noturno que dizem que é lindíssimo.              
               As Cataratas de Niagara são compostas de três grandes quedas: The "American Falls", the "Bridal Veil" <véu da noiva> e o famoso "Horseshoe Falls" <ferradura>. Tudo ali, defronte de nós: a gente pára, debruçado no murinho, contemplando aquele espetáculo magistral da natureza. É de arrepiar !
               O páreo é duro, para sabermos qual é a mais bela. Fico com a nossa, todavia, num aspecto , a Niagara dá de 10 a 0: a cor da água que é límpida, verdinha, bem ao contrário da barrenta  do Rio Iguaçu.
              As nossas cataratas, aliás, são mais da Argentina, pois a maioria das quedas está do lado de lá, porém a vista é nossa. 
              Outra diferença fundamental: aqui, nós olhamos de baixo, para cima, já as da América do Norte, são vistas de cima para baixo ou no mesmo nível , pois os muros separatórios estão quase que dentro das mesmas. Belo espetáculo, água veloz, passando pertinho da gente, formando arco-íris, bem dizer, ao alcance de nossas mãos.
              Na América do Sul, existe o passeio de barco ( o "Macuco") que leva perto das quedas e lá também tem. Não fomos.
              Aqui para vermos a "Garganta do Diabo", temos que ir, para o lado Argentino, , pois lá (Niagara), também tem uma "garganta", não tão profunda e mais aberta, porém está à vista, da mesma passarela (rua, com o murinho divisório).
             Ambas são lindíssimas, porém tem uma coisa que eu não consigo mudar: a pronúncia do nome. Fui criado, ouvindo "NIAGARA" e não consigo dizer "NAIAGARA". Para mim, é frescura. 
                              NIAGARA ON-THE-LAKE
              Almoçamos num restaurante, junto às quedas (Que vista !). No meio da tarde, um ônibus, gratuito, patrocinado pela Prefeitura de uma pequena cidade, transportou-nos para: Niagara on-the-Lake (Ontário).  Verdadeira "joinha", face à quantidade de flores e a lindeza daquela cidadezinha. Ela é, inteiramente, voltada para o turismo e apresenta os mais diversos artigos, como souvenirs. Os preços são meio salgadinhos. Gostei muito e foi daí que trouxe muitas folhas de plátano (símbolo do País), nos mais diversos matizes.
              Após umas duas horas, o mesmo ônibus, trouxe-nos de volta para o coletivo da excursão e iniciamos o retorno, porém passando antes, numa vinícola (Niagara College Canadá), onde degustamos vinhos de altíssima qualidade. 


TOP TEN OTTAWA - ON - CANADA:

1- Parliament Buildings ("chama eterna")
2- Rideau Canal
3- Chateau Laurier (hotel em forma de castelo próximo ao parliament)
4- National Gallery (só vimos por fora, com a estrutura em forma de aranha em frente)
5- Catedral Notre Dame em frente à National Gallery
6- ByWard Market
7- National War memorial (praça)
8- CONFEDERATION PARK
9- Vista excelente do Napean Point (mirante)
10- OTTAWA JAIL - HIHOSTEL

Mais um trecho dos relatos do Lenio:
HOSTEL
         Chegamos de noite e nos tocamos para o hostel que localiza-se no Centro. Aí, a grande surpresa, pois o prédio é um ex-presídio (cadeia) reformado (Auberge-Prison - HI Ottawa - Jail Hostel). Preservaram as estruturas e modernizaram o que foi possível, sem perder as características básicas. Por exemplo, os quartos (aptos.) são formados pelo conjunto de três celas. Lá, estão instalados dois beliches, sem banheiro, pois são coletivos, no fim do corredor e tudo é apertadinho. Malas, só embaixo dos beliches. As portas são com grades, logicamente, com uma vedação, por dentro, respeitando a privacidade.
                Ideia genial.
                                            A CIDADE
           Ela foi fundada, em  26.09.1826 e não é das maiores (883.391 habitantes - 2011). É calma, com trânsito tranquilo, limpa e, a pé, "mata-se", as principais atrações turísticas.
          Fomos, primeiramente, à colina (hill), do Parlamento do Canadá (estilo neo-gótico) que consiste numa vasta área, com outros belos prédios, de grande significância cultural. A Colina situa-se às margens do Rio Ottawa e é o local mais visitado da capital canadense.
           Defronte ao "Parliament/Parlament", existe algo sensacional, a flama centenária, acesa em 1967 e nunca mais apagada. Trata-se de uma fonte que jorra água e ao mesmo tempo, fogo. Nunca tinha visto algo igual.
           Nessa Colina, existem 3 edifícios, no chamado bloco central, sendo: a Câmara dos Comuns, a Torre da Paz e a Biblioteca do Parlamento. Prédios imponentes e lindíssimos.
            Voltamos a cruzar o Canal Rideau, passando por uma praça que tem um monumento à 2ª Guerra Mundial; em seguida, a bela Notre-Dame Cathedral/Le Cathédrale Notre-Dame, com suas duas torres pontiagudas. Do outro lado da Avenida Sussex (bem larga), o "Museu das Belas Artes", com arquitetura moderna e estrutura envidraçada. É famoso, por sua gigante aranha metálica, na entrada. Ninguém resiste de bater uma foto, agarrado numa das oito  "perninhas" daquele colossal aracnídeo.
                                RIDEAU CANAL
     Trata-se de um canal que inicia, no Rio Ottawa, passa ao lado do Parlamento (cidade histórica), estendendo-se por 202 Km, até Kingston (Ontário).
     No inverno, ele congela, tornando-se a maior pista de patinação, do mundo.
      É considerado patrimônio mundial da UNESCO.
                                   A ESTADA
      Os bons ventos continuavam soprando favoráveis, ao trio, com dia ensolarado, frio, na sombra e agradável, ao sol.
Estávamos na metade do outono e não estávamos na Jamaica, mas no Canadá, onde o frio "campeia" solto.
      Nossa passada, na capital canadense,  foi muito rápida, pois chegamos, dia 09/10, à noite e no dia seguinte, também à noite, partiríamos para Montreal.
     Ainda deu tempo, para irmos na "Chinatown", onde tudo é mais barato.
     Achei interessante o seguinte: circula o Jornal "Ottawa Metro", mas não tem metrô subterrâneo, só ônibus.
    Quando fomos à Chinatown, foi de ônibus (OC Transpo), pagando USC $ 3,45 (não é barato) (R$ 7,80).
     A capital canadense merecia mais tempo, para ser melhor explorada. Ela causou boa impressão e uma 2ª visita seria perfeita para arrematarmos o melhor da cidade.


TOP TEN MONTREAL - QB - CANADA: 

1- CITYTOUR ATÉ O MONT ROYAL
2- BASÍLICA DE NOTRE DAME & ORATORIO DE SÃO JOSÉ
3- VIEUX MONTREAL
4- GARE CENTRALE & BUS STATION
5- BASÍLICA MARIE REINE DU MONDE
6- MUSÉE D`ART CONTEPORAINE DE MONTREAL
7- ESTÁDIO OLÍMPICO DE MONTREAL
8- RESTAURANT JADE - CHINATOWN
9- CIDADE SUBTERRÂNEA DE MONTREAL
10- MONTREAL HIHOSTEL


A CHEGADA
        Foram 2 horas de viagem: Ottawa-Montréal, numa excelente rodovia, extremamente, plana, com poucas curvas e belas paisagens.
        Enquanto a Nilda Maria foi comprar cartão telefônico, para contatar com o hostel, eu e a Joselina ficamos no saguão da rodoviária. Nesse instante, passa o motorista com dois objetos na mão, perguntando se nós tínhamos esquecido. Um, era fone de ouvidos branco e o outro parecia um celular. Dissemos que não, porém o que parecia ser um celular, era a máquina fotográfica da Joselina. Fato lamentável.
              A Nilda Maria comprou o cartão telefônico e ao raspá-lo, arranhou os números que ficaram ilegíveis. Tentou trocar por outro, mas o vendedor não aceitou e tivemos que comprar outro (USC $ 4,00 <dólares canadenses> x R$ 2,26= R$ 9,04). Mesmo com o novo cartão, não conseguiu falar, pois são vários números e lá, pelas tantas, cai a ligação.
            O negócio era ir direto, para o Hostel "Auberge de Jeunesse de Montréal".
            No embarque de táxi, novo problema. O 1º da fila, não queria ligar o taxímetro, aí, ameaçamos entrar no 2º e os dois quase se agarraram no pau. Então, o 1º reduziu e "aceitou", por 30 dólares canadenses. Como desconhecíamos a distância e estávamos com muitas malas, aceitamos. O motorista tinha feições de indiano e na realidade, no taxímetro, no outro dia, constatamos que dava 21 dólares. (nem, os 40 que ele queria cobrar, nem os 30 que ele cobrou).
           Sentímos, de cara que estávamos numa cidade de gente "rápida no gatilho".
                               O GRANDE IMPASSE
          Chegamos ao hostel, às 22h do dia 10.10.2014 e ao efetuarmos o check in, havia reserva, somente, para duas pessoas e não, para três. Um de nós, teria que ir para outro hotel. Seria algo lamentável e fora dos nossos planos.
          A Nilda Maria, em inglês, explicou que realmente, havia o cancelamento de uma pessoa, mas de um total de quatro. Uma amiga da Joselina que iria junto, desistiu da viagem, então foi enviado um e-mail, na época, cancelando uma das 4 reservas e não, uma de três.
            A discussão começou às 22h30. Ela explicando e eles diziam que não encontravam o dito e-mail.
           A nossa "advogada" começou argumentando em inglês, depois passou para o francês e nada. A Nilda Maria não desistia, Quando chegou a meia-noite, tocou o celular dela, era o seu filho, o Dr. Dennis, do Brasil, cumprimentando-a pelo seu aniversário (11/10). Seus dois filhos, sempre à meia-noite, ligam para ela, não importando onde esteja, felicitando-a. A sua mãe que tem um memória fantástica, pediu a ele que localiza-se o e-mail e o reenviasse. Em 5 minutos, chegou a mensagem e imediatamente, deram jeito de acomodarem os três, reconhecendo a sua falha.
         Pessoas que estavam no hall de entrada e acompanharam as tratativas, cumprimentaram-na, não só pelo seu aniversário, como pela persistência.
                       
                                      MONTRÉAL
          No dia 11.10.2014 fomos a Québec, passamos o dia e voltamos a Montréal. A volta durou 3h10, chegando às 20h40. Fomos direto para o hostel.
          Dia 12.10.14 (domingo), empreendemos um city tour (USC$ 52,00 X R$ 2,26= R$ 117,52). Aí deu para ver que é uma cidade "sufocante", não que a gente sinta-se mal, mas nunca tinha visto uma cidade tão vertical. Edifícios de 80, 100 andares são comuns e as construções continuam. Cidade moderníssima, com 3.820.000 hab. Como Québec, situa-se às margens do Rio São Lourenço; tem metrô (+ um ticket para a minha coleção), muito limpa, sem pichações, postes com flores no alto, enfim, 1º mundo.
           Estava afastado do Brasil , por fora dos resultados esportivos, principalmente, do Inter. Que nada !  Os canais de TV só apresentam hockey sobre patins, baseball e futebol americano.
                                  CITY TOUR
          Pela Gray Line, "Hop-on hop-off"  (ônibus vermelho, modelo antigo, tipo aqueles tradicionais de Londres, só que adaptados ao turismo), iniciamos o tour, diante da Biblioteca Pública. Circulamos pela cidade velha, onde existem muitos prédios antigos e imponentes, destacando-se a Basílica de Notre-Dame. Passamos pelo Museu Pointe-à-Callière, Velha Montréal, Place d'Armes, Village (ali é que está a maioria daqueles "monstros" de edifícios), Quartier Latin, Quartier des Spectacles, então, descemos, para almoçar.
             CHINATOWN (QUARTIER CHINOIS)
         Eram 13h e estávamos no Bairro Chinês, onde tudo é mais barato. Então fomos tratar da alimentação. Especula daqui, especula dali e a nossa "guia-chefe" descobriu algo fantástico:" Jardin de Jade - Poon Kai Restaurant". Um restaurante enorme, oferecendo um buffet de mais de 60 pratos. Loucura ! Não conheço bem a comida chinesa, eram tantas opções que dei-me bem, numas 18 especialidades. Preço razoável, em termos de Canadá e qualidade gastronômica. R$ 28,80.
                       O CITY TOUR CONTINUA
        Após o lauto almoço, caminhamos mais, entrando e saindo das lojinhas repletas de produtos "Made in China".
        Fomos a um ponto de embarque e desembarque e reencetamos o passeio, passando pelos Museus Grévin, McCord e de Belas Artes (todos prédios magníficos), depois no alto de uma colina, o "Oratório Saint-Joseph" (construção impressionante, com uma cúpula semelhante a do Vaticano). Depois, noutra colina mais alta, o "Mont Royal", onde tem um lindo parque, avistando-se a cidade, de maneira privilegiada. Realmente é uma cidade bonita e gigantesca.
                        CIDADE SUBTERRÂNEA
           Já estava entardecendo e a noite cai rápida (Nessa época, outono, às 18h30).
          Antes de nos recolhermos ao hostel, fomos visitar "La Ville Souterraine" - "Underground City", a Cidade Subterrânea.
         Entra-se em portas, como se fossem num grande prédio e por rampas ou elevadores, vai-se ao subsolo. Então, a gente está numa rua normal, claro, sem carros, com lojas, calçadas e tudo  que tem na superfície, tem lá.
          Perguntaram-me se a gente se sente "abafado" (enclausurado). De maneira alguma, parece que estamos passeando num shopping, com temperatura agradável. Andamos umas três quadras e voltamos à superfície.
         Foi uma ideia genial, pois o Canadá, no inverno, fica debaixo de gelo e essa cidade subterrânea é um oásis, onde a vida segue normal, nos meses frios.
                            NÃO VISITAMOS
           No outro dia, nos despediríamos dessa metrópole e não tivemos tempo de visitar o maior cassino do Canadá que segundo fotos, é muito lindo, é diferente e à noite, parece uma nave espacial. Embora tenhamos visto de muito longe, faltou a "Torre Inclinada" que tem 165 m de altura, num ângulo de 45 graus. Lá, do alto, da Torre, o tempo estando bom, atinge-se uma distância visual de 80 km. Para vermos essas duas maravilhas e muitas outras atrações, teríamos que permanecer por mais tempo. Montréal foi mais uma cidade que deixou marcas indeléveis, em nossos corações.



TOP TEN QUÉBEC - QB - CANADA: (the cherry on the cake)

1- RIO SÃO LOURENÇO E O QUAIS DU QUÉBEC
2- BAISSE VILLE x HAUTE VILLE
3- OLD QUÉBEC FUNICULAIRE
4- CHÂTEAU FRONTENAC & TERRACE DUFFERIN
5- LA CITADELLE & PORTE SAINT JEAN
6- NOTRE DAMES DES VICTOIRES
7- EDIFICIO DO PARLIAMENT
8- RESTAURANTS DE BAISSE VILLE
9- CAMINHADA A PÉ SEGUINDO AS BOLINHAS
10- GARE DU PALAIS- D`AUTOBUS ET TRAINS



Impressões do Lenio:

QUÉBEC
          Dia 11.10.14 - sábado, aniversário da nossa "timoneira", levantamos cedo, para passarmos o "seu" dia, em Québec. Dirigimo-nos à "Gare D'Autocars de Montréal", com destino á "Gare du Palais" , em Québec.
           Saímos, às 7h quando percorreríamos 180 Km, trafegando numa ótima rodovia, plana e quase sem curvas, com paisagens lindas, chegando às 9h30. (USC $ 104,00 - ida e volta).
                                    A CIDADE
        Das que visitamos, é a menor, com 508.000 hab. Se nas outras, as línguas francesa e inglesa se dividiam, aqui não, pois a francesa predomina em 80%.
         Québec vem de palavra de origem algonquina que significa "passagem estreita", isto porque a largura do Rio São Lourenço, ali, é de apenas 800 m.      
                                   1ª IMPRESSÃO
        Era sábado, com sol, temperatura agradável e a cidade pululava de turistas. Muito limpa, trânsito tranquilo, enfim, "padrão canadense".
            Descemos na Gare-du-Palais (prédio antigo e majestoso) que fica bem pertinho do Velho Porto (Vieux-Port), onde tem o Mercado Público (outro prédio interessante) e sempre caminhando por uma larga avenida, estávamos tangenciando um alta colina que é a "Vieux-Québec". Ainda, lá embaixo, passamos por muitas praças, ciclovia, Museu Naval de Québec e chegamos até ao Museu da Civilização.
                                   VIEUX-QUÉBEC
        Estávamos diante de um paredão. Para chegar lá, duas opções: encarar uma longa escadaria ou pagar USC$ 2,25 e subir num "funicular" (elevador inclinado, panorâmico). Optamos pelo "funiculaire".
        Além da vista deslumbrante, onde apreciamos o "Fleuve Saint-Laurent" (Rio São Lourenço), observa-se navios cruzeiros atracados ou em deslocamento.
       No alto, na Velha Québec, muitas construções antigas e magníficas, como a Catedral de Notre Dame, o Seminário de Québec, muitos museus, a "Place d'Armes", com ruas estreitas e quadras irregulares. Um espetáculo ! Porém nada supera "Le Château Frontenac", hoje um hotel. Trata-se de um enorme castelo com mais de 8 andares, com suas torres pontiagudas. É de uma beleza ímpar. É o hotel mais fotografado do mundo.
                                     A TRILHA
          O que eu vi no velho centro de Québec, já tinha visto na Colômbia: Medellín (faixa amarela, no chão, onde seguindo-a, passa-se por todos os pontos turísticos do centro histórico) e, em Zipaquirá (faixa branca, leva até a Catedral de Sal). Pois, em Québec não é faixa, mas bolinhas pintadas no piso (circuits piétonners/walking Tours) que vão nos conduzindo às diversas atrações, não só da "Vieux-Québec", como o "Quartier Saint-Jean-Baptiste"...